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terça-feira, 29 de março de 2011

ELIO DE ANGELIS


A morte de Elio De Angelis, um dos mais populares pilotos de todos os tempos que, ainda hoje, tem fãs espalhados pelo mundo. Não tanto pelos números, mas pelo carisma. Elio morreu em testes particulares em 1986, na França, tentando evoluir um problemático Brabham BT55. Ao lado, De Angelis em 1986, em Mônaco com o BT55. Um carro de perfil extremamente baixo para os padrões da época que expunha, perigosamente, os ombros do piloto. Um bólido projetado pelo gênio Gordon Murray que lembra muito o McLaren MP4/4. Murray foi chamado por Ron Dennis em 1988 para formar o "dream team" da F1 com Senna e Prost ao volante, motores V12 Honda (que eram os melhores da época) e Gordon Murray prancheta. Nascido em Roma, Itália, De Angelis teria completado em 26 de março Elio ainda desperta um saudosismo naqueles que gostam da F1 do século passado. A pintura do seu capacete foi copiada por Jean Alesi, que se dizia fã do italiano. E, claro, não se pode falar em Elio De Angelis sem lembrar dos famosos capacetes Simpson Bandit, que marcaram época nos anos 70 e 80. Para eu, Elio é o marco definitivo entre o aventureiro da F1, que não ligava muito para a forma física, para o piloto super-profissional da F1 moderna. Dava-se o luxo de fumar seus cigarros e de saborear um bom whisky após os compromissos de pista. Morreu aos 28 anos.


 __________BIG BEAR__________

JEAN ALESI




"Por que torcer para um piloto que só venceu um GP em 12 anos de F1? Amigo leitor, para mim a pergunta deveria ser, “por que torcer para um piloto que só fez bonito quando teve o melhor carro?”

Alesi estreou aposentando Jonathan Palmer. Em sua primeira corrida chegou em quarto lugar, uma volta a frente do inglês, bem mais acostumado com o carro, e já com muitos anos de F1 nas costas.

Alesi era o tipo de piloto que você poderia esperar qualquer coisa. Em uma volta passava o Senna, Prost e Schumacher por fora e na outra... rodava sozinho. Depois, se recuperando, passava 5 carros em duas voltas, para na próxima bater com um retardatário na reta...

Presença constante nas transmissões de TV, em função de suas constantes ultrapassagens ( e pq não dizer, em função de alguns acidentes e rodadas), Jean é tido por muitos como um grande exemplo de talento desperdiçado por carros fracos. Quase sempre no “lugar errado e na hora errada”, ao menos Alesi pilotou por grandes equipes, fazendo o que dava... e as vezes muito mais que o possível. Exemplo disso aconteceu no GP da Europa de 95, quando, em pista molhada, o francês largou se agüentou na pista com pneus de slick... e quando o asfalto começou a secar, chegava a ser 7 segundos mais rápido que o segundo colocado!!!
Ganhou? Não. Sem parar nos boxes, ficou na pista até que Schumacher, na campeã Benetton, calçada com pneus novos, passou o francês no finalzinho.


Aí te pergunto: e se o Alesi estivesse na Williams do Hill? E se ele estivesse na Brawn do Button?

Para terminar, deixo uma última pergunta no ar: e se o Button estivesse em uma Ferrari deficiente, com pneus de seco (na chuva), seguindo sem colocar pneus novos até o final... será que Jenson chegaria em segundo lugar?????

Sinceramente.... melhor sua consciência te responder, mas uma coisa ninguém pode contestar, naquele GP da Europa (como em muitas outras corridas), Alesi chegou em um vitorioso segundo lugar."


Big Bear  

quinta-feira, 24 de março de 2011

PILOTOS DE ENZO

Quantos aos jovens pilotos descobertos pelo velho Enzo cito assim de pronto Mike Hawthorn, Chris Amon, Jacky Ickx, Clay Regazzoni, Niki Lauda (este já com alguns anos de experiência nas costas mas que só explodiu mesmo na equipe), Gilles Villeneuve, Stephan Johansson e Jean Alesi (mesmo caso de Lauda). Se forçar a memória, poderia lembrar de outros mais mas fico por aqui.
Na Ferrari era mais comum vermos correndo jovens promissores do que medalhões. É verdade que a Ferrari contratou Fangio quando ele já era tricampeão e também, mesmo caso de Alain Prost, após a morte de seu fundador, mas a equipe nunca se deu particularmente bem com eles. O motivo: Enzo amava, antes de tudo e todos, os seus carrinhos vermelhos.



...................BIG BEAR...................




terça-feira, 22 de março de 2011

FERRARI 412T2

Constatando, guiaram a 412T2 nove pilotos em uma só temporada.
Os  titulares Jean Alesi e Gerhard Berger. Nos testes, Nicola Larini era o oficial, A escuderia de Maranello e do cavalo amarelo testou com quatro italianos em Fiorano: Giancarlo Fisichella, Luca Badoer, Pierluigi Martini e Gianni Morbidelli em medos de setembro.
Alesi e Berger embarcaram para a Benetton, Michael Schumacher e Eddie Irvine assumiram, e ambos testaram, ainda em 95, a 412T2.
Alguns chegam a considerar o argentino Carlos Reutemann como o decimo piloto. Ele deu algumas voltas em Buenos Aires no fim de semana do GP da Argentina, mas na ocasião, Lole pilotou a Ferrari 412T1B, uma espécie de meio termo entre a T1 e a T2.

(Clique para ampliar)
Jean Alesi, Ímola

Gerhard Berger, Oscar Galvez

Nicola Larini (Ferrari 412T2 V10), Fiorano

Luca Badoer, Fiorano

Pierluigi Martini, Fiorano

Gianni Morbidelli, Fiorano

Giancarlo Fisichella, Fiorano

Eddie Irvine, Estoril



Michael Schumacher, Estoril

 
              BIG BEAR