segunda-feira, 28 de março de 2011

PONTIAC GTO 1968

Quando a GM projetou seus veículos médios de 1968, nenhuma divisão, fora a Pontiac tinha um verdadeiro muscle car. Mas o talento superou o desafio e o Pontiac GTO 1968 surgiu como uma mistura brilhante de beleza e força. Ele sustentava a liderança em estilo das linhas de 1966 e 1967, e seu desempenho continuava competitivo contra rivais cada vez mais fortes.

2007 Publications International, Ltda.
O pára-choque do Pontiac GTO 1968 combinava com a cor do carro,
e os faróis ocultos eram um opcional popular. 
"Nos quesitos imagem, desempenho e classe, o Tiger é o carro a ser batido", disse a revista Motor Trend em sua pesquisa sobre os muscle cars de Detroit, em 1968. "Encare", diziam os impressionados editores da Hot Rod depois de sua 1ª volta no novo goat
"Esta é a era da Pontiac" 

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O banco individual do Pontiac GTO 1968 continuava sendo
digno de estudo quando o assunto era a arte das cabines de muscle cars.

Saía de cena o cupê com coluna, deixando um GTO de teto rígido e um conversível de duas portas, ambos novamente com a melhor disposição de painel entre os supercarros. O peso total era cerca de 37,5 quilos maior em 1967, mas a distância entre eixos diminuiu de 2.921 mm para 2.844 mm, houve novos ajustes na suspensão e pneus G77x14 de série melhoraram a direção o suficiente para rivalizar com o melhor intermediário da GM, o Oldsmobile 4-4-2.

Mas nada rivalizava com o pára-choque absorvente de energia do GTO, que foi modelado e pintado da mesma cor do carro para formar sua nova frente. Os faróis ocultos também eram novidade e foram tão populares que a maioria das pessoas não percebeu que eles eram um opcional.

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O V-8 400 pol³ recebeu novos cabeçotes
e válvulas mais leves em um atualização feita na metade do ano

Um V-8 com carburador de quatro corpos e 400 polegadas cúbicas (6,5 litros) continuou como padrão. A versão básica ganhou 15 cv, indo para 354, enquanto as edições HO e Ram Air ficaram com 365 cv. Na metade do ano, a Pontiac substituiu o motor Ram Air original pelo Ram Air II. As melhorias incluíam novos cabeçotes, pistões forjados e válvulas mais leves. A compressão não foi alterada, mas a potência subiu para 371 cv. O equipamento de indução Ram Air continuava a ser enviado no porta-malas, para ser instalado pela concessionária. Todos os motores estavam disponíveis com o câmbio automático ou manual com comando Hurst, embora os carros com Ram Air viessem apenas com diferencial 4,33:1 e sem ar-condicionado.

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Apesar de um pouco duro, o Pontiac GTO 1968
continuou popular com a crítica e o público

A direção transmitia muito do impacto da pista e tinha pouca sensibilidade, e algumas das chapas de metal não eram das mais resistentes. Mas graças à competição entre os muscle cars, o novo GTO permaneceu como um dos fortes.

O Pontiac GTO 1968
Especificações
Entre-eixos, milímetros: 2.844
Peso, kg: 1.753
Quantidade fabricada: 87.684
Preço básico: US$ 3.101

Melhor motor disponível
Tipo: OHV V-8
Cilindrada: 400 pol³ (6.500 cm³)
Alimentação: 1 carburador quádruplo
Taxa de compressão: 10,75:1
Potência (cv) a rpm: 365 a 5.100
Torque (mkgf) a rpm: 61,5 a 3.600

Desempenho típico
0 a 96,5 km/h, s: 6,4
0 a 400 m, s a km/h: 14,5 a 157







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HUMOR






LINHA HOT WHEELS 1970

Carabo, valor: entre US$ 60,00 a US$ 370,00

Classic Nomad
, valor: entre US$ 50,00 a US$ 300,00

The Demon
, valor: entre US$ 30,00 a US$ 160,00

Fire Chief Cruiser
, valor: entre US$ 40,00 a US$ 80,00

Jack "Rabbit" Special
, valor: entre US$ 30,00 a US$ 375,00

Mantis
, valor: entre US$ 35,00 a US$ 175,00
 
 
 
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LAMBORGHINI MURCIÉLAGO


Ficha técnica:                    
Nome: Lamborghini            Murciélago.                        
Motor: V12 com 575 cv.    
Velocidade Max: 310 km/h
Aceleração: 0 a 100 km/h a  3,8 segundos.            
Preço: R$ 910.000,00.     






Big Bear.                                      Big Bear.
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FIAT TEMPRA 1991-1998

fiat tempra 1992
Fiat Tempra 1992
O Fiat Tempra foi apresentado na Europa em no início de 1990, e chamou muita atenção pelo seu design até então inovador para a época, caracterizado pelas linhas retas e bem resolvidas, com as laterais sem friso além da traseira elevada. Internamento o espaço interno e os equipamenso oferecidos agradavam bastante. Confira um pouco mais da história deste sedan:
fiat tempra turbo 1994
Fiat Tempra Turbo 1994
O Fiat Tempra foi lançado no Brasil em 1993, trazendo várias inovações, ele foi o primeiro carro feito no Brasil que tinha motor 16 válvulas (versão Tempra Ouro), o motor 2.0  de 8v desenvolvida 105 cv, já o propulsor 16 válvulas tinha 127 cv, acelerava de 0 a 100km/h em 9.2 segundos.
interior tempra 1993
Interior Tempra 1993
Entre os equipamentos o Tempra contava com ar-condicionado digital, check control, freio a disco nas quatro rodas com ABS, teto solar e bancos e revestimentos em couro.
interior fiat tempra turbo

Interior do Fiat Tempra Turbo
O Tempra Turbo, foi o primeiro sedan brasileiro a trazer motor turbo de fábrica, este motor tinha um ótimo desempenho, gerava 165 cv de potência, e segundo a Fiat acelerava de 0 a 100km/h em menos em 8.2 segundos, tendo velocidade máxima de 220km/h, apesar de testes feitos pela revista Quatro Rodas registraram apenas 212km/h. Ele foi durante muito tempo o carro mais veloz do Brasil.

Tempra SW

fiat tempra sw
Fiat Tempra SW
No final do ano de 1994 a Fiat lançou no Brasil o Tempra SW, versão perua da Tempra, apesar do modelo ter um enorme porta-malas, e um completo pacote de itens de série como painel digital, ar-condicionado digital, airbag frontal e freios a disco nas 4 rodas com ABS e EDB. Mesmo assim esta versão não implacou no mercado, boa parte disto pode ser justificado pelo design que dividia opiniões. A Tempra SW foi importada de 1995 até o início de 1996. Era equipada com motor 2.0 de 109 cv.
interior fiat tempra sw
Interior Tempra SW -

Fiat Tempra 1995

fiat tempra 1995
Em 1995, o Tempra passou por uma pequena reestilização, ganhando uma nova grade frontal, além de ter seu painel totalmente redesenhado. Outra novidade que chegou neste mesmo ano foi o Tempra coupe (Tempra Turbo 2 portas), que trazia o motor 2.0 16v Turbo, mas esta versão teve vida curta no mercado e logo saiu de linha, sendo substituida pelo Tempra Stile Turbo com 4 portas, este que produzido até 1997.
No final de 1996 o Tempra perde boa parte do seu mercado com a chegada do novo Vectra, lançado no segundo semestre de 1996, e trazia desenho e mecânica em níveis superiores ao do sedan da Fiat, que então começou a perder espaço perante ao público a cada mês.

Tempra 1997

fiat tempra 1997
Em 1997 a Fiat fez algumas mudanças nas versões da linha Tempra, chegaram as versões de entrada SX, 2.0 8v (105cv) e 2.0 16v, esta trazia bem menos equipamentos que a versão HLX que era oferecida como top de linha.
fiat tempra 1997
Fiat Tempra 1997
Em 1998 o Tempra passou pela sua última reestilização, trazendo leves mudanças na parte frontal com um novo para-choque, além de alguns outros retoques, os revestimentos interno também eram novos, tinham agora novos tecidos e padronagens. Nos primeiros trimestre de 1998 a versão Turbo Stile finalmente sai de linha.
O Sedan não conseguia mais fazer frente a chegada do Honda Civic e Toyota Corolla que passaram a ser produzidos no País, o fim do Tempra já estava anunciado.

Fiat Tempra 1998

fiat tempra 99
Fiat Tempra 99, foi a última geração do sedan, trazia novos faróis e grades, ficou no mercado até o final de 1998
Foi quando em maio de 1998 o Tempra sai de linha oficialmente com a chegada do Marea, que substituiu o sedan na Europa desde a metade de 1997. Mas esta é outra história.




CARROS DANTESCOS

SHADOW  DN9 (1979)
Destaque para o bico "Leão com Fome"

O destaque desse carro é a pintura do leão (que parece que está de boca aberta), um carro "relativamente bonito", em comparação aos outros carros da época. Os pilotos da equipe eram Jan Lammers e Elio de Angelis







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CARROS DANTESCOS II

Esse carro é a verdadeira essência da criatividade dos engeireiros dos anos 70. Trata- se do BRM P201, usado na temporada de 1975 (nessa altura a BRM estava no bico do corvo e não era mais aquela grande equipe dos anos 60). Durante os anos 70, ficaram fora de inúmeras corridas, e em 75, teve seu último ano completo na categoria (bem...é uma relíquia esse carro hehe) , ficando de fora da temporada de 76 e retornando em 77, com um carro "menos feio", porém com desempenho igual au carro usado em 75. Entre os pilotos que pilotaram essa raridade estavam Bob Evans, Chris Amon, Jean-Pierre Beltoise.

Esse é o BRM P201B/204, usado na temporada de 1977
 
 
 

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CARROS DANTESCOS III

Eis aqui o Trojan T103

[Trojan-T103-(74).jpg]

Esse carro marcou o retorno de Ron Tauranac a Fórmula1. Para quem não sabe, Ron Tauranac, fundou a Brabham junto com o velho Jack Brabham. Assim que "Black Jack" saiu das pistas, passou o comando da equipe para Tauranac.Em 1971 ele vendeu a equipe para o "gigante" Bernie Ecclestone. No ano de 1974, ensaiou um retorno à F 1 com a Trojan (a feiura começa pelo nome...tem até vírus de computador com esse nome), que já fabricava carros de Fórmula 5000 (categoria que usava carros similares aos de F 1, mas equipados com motores de carros de série com 5.000 cm³). A competitividade (existiu?) do Trojan foi tão grande quanto sua beleza - ou seja, nenhuma. Foi pilotado pelo australiano Tim Schenken.






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CARROS DANTESCOS IV

Eis um exemplo puro de "beleza" sobre rodas.
Essa é a Brabham que competia na Fórmula 2 (categoria abaixo da Fórmula 1), e o piloto é Jochen Rindt.
Na falta de criatividade, colocaram uma escada em posição deitada para servir de asa hehehe...
Um dos destaques desse carro é a "asa" traseira, cujo princípio é uma escada deitada...o carro de fato é elegante, mas essa asa é que ficou deselegante...valeu pela criatividade.




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CARROS DANTESCOS V

Equipe FRY (não sei se tem algum parentensco com o Nick Fry rsrs), uma equipe de F2, que resolveu tentar a sorte na Fórmula 1.
Em termos de resultado, ela "disputou" um grande prêmio, o da Inglaterra, em 1959, com o piloto Mike Parkes (ex- Ferrari) "Disputou", porque na verdade não conseguiu se qualificar para essa corrida.
O design dele deve ter sido a inspiração para o carro do Dick Vigarista (Corrida Maluca)
Um belo exemplar de pura beleza dos anos 50 rsrrsrs

PS:
O projecto de David Fry não estava à altura das expectativas do seu criador.

Em 1958, David Fry e Alec Issigonis trabalharam para desenvolver um carro de F2. Nessa época, Issigonis trabalhou para a Alvis, liderado por John Parkes, o pai de Mike Parkes, coordenador do Grupo de Rootes e se tornou diretor no ponto-piloto deste carro. Um projeto do carro, pelo menos o original, fez sua estréia em junho em Brands Hatch. O carro será um pouco melhor para a corrida em Crystal Palace. Inicialmente, o piloto seria Stuart Lewis-Evans. porém um acidente durante uma corrida no Marrocos fez com que perdesse a vida. O seu substituto seria Mike Parkes. Em 1959, o carro Fry está de volta na pista, conquistando um relativo sucesso, destaque para um excepcional segundo lugar em Brands Hatch. Mike Parkes tenta se classificar com este carro para o Grande Prêmio da Inglaterra, porém sem sucesso.
No final da temporada de 1959, a Fry desistiu de continuar a competir, e Mike Parkes continuou a sua carreira de piloto.





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