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segunda-feira, 11 de abril de 2011

PROTÓTIPOS NACIONAIS QUE NÃO VINGARAM - 1995 CHEVROLET CORSA TONGA

1995 CHEVROLET CORSA TONGA

 
 
Conceito apresentado no Brasil Motor Show de 1995, baseado no Corsa hatchback de 2 portas. Caracterizado como veículo de lazer e off-road leve, o Tonga destacava-se pelo teto solar panorâmico que se abria até o porta-malas, a suspensão elevada e os pára-choques mais robustos formando conjunto com as molduras laterais. Em 1996, o Tonga brasileiro circulou por vários salões europeus ostentando a marca Opel.
 
No Salão do Automóvel de 1998, a GMB aplicou a mesma fórmula na carroceria da Corsa Wagon, surgindo então o conceito Corsa Tonga 2 (também chamado de Corsa Tonga SUV). Não foi produzido em série; o nicho de mercado foi preenchido pela Fiat, com a perua Palio Adventure.
 
Fonte: Revistas Carro, dezembro de 1995, e Auto e Técnica, junho de 1996.







 
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PROTÓTIPOS NACIONAIS QUE NÃO VINGARAM - 2000 CHEVROLET CELTA SPIDER


2000 CHEVROLET CELTA SPIDER


 
Interessante modelo conceito, estacionário (sem motor), desenvolvido pelo Departamento de Estilo da GMB, que toma por base o modelo Celta. Exibido no Salão do Automóvel do ano 2000.







 

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domingo, 10 de abril de 2011

CHEVETTE 1974 - O CARRO DO ANO


 


 


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CHEVROLET VECTRA DE 1994 A 2009


vectra 1997
Vectra CD 1997

Quando foi lançado em 1996 o Vectra trouxe um novo conceito de carros no Brasil, inovando tanto em design quanto em conforto e equipamentos, tanto é que ele chegou a vender mais que o Ford Ka em 1997, ano auge do compacto da Ford, mais o Vectra brasileiro demorou para evoluir e não acompanhou seus concorrentes, perdendo espaços para os outros sedans, espaço que até hoje não conseguiu recuperar..


1997. O Vectra chega ao Brasil como importado

chevrolet vectra 1994
Vectra 1995
O Vectra chegou ao Brasil em 1994 trazendo design com linhas retas e sóbrias sendo vendido como carro importado, na época o carro agradava pelo seu conforto e boa motorização, o Vectra era disponibilizado em três versões GLS 2.0, CD 2.0 e a versão esportiva a GSi que trazia um belo motor 2.0 com 150cv.
vectra gsi
Vectra GSi
O Vectra GSi (foto acima), tinha um ótimo desempenho acelerando o a 100km/h em 9.8s e chegando a velocidade máxima de 208km/h.
Durante o ano de 1994 a meados de 1996, vendido no Brasil como importado, o Vectra não teve um bom volume de vendas, grande responsável disto era o seu preço muito acima dos seus concorrentes. Na época o Vectra GLS custava o mesmo que um Omega carro muito maior e mais confortável.

Chevrolet Vectra 1996. Um novo Vectra é lançado trazendo linhas modernas e ótimos equipamentos

chevrolet Vectra 1997
Chevrolet Vectra 1997
Em Abril de 1996 o novo Vectra chega ao Brasil, o carro ganhou linhas totalmente novas, o que logo de cara acabou impressionando o público brasileiro, dando início a um novo conceito tanto em design quanto em equipamentos, o Vectra CD (versão top) era equipado com ar-condicionado digital, freios ABS, airbarg para motorista e passageiro, computador de bordo, som com CD Player e comandos no volante, câmbio automático, bancos e revestimentos em couro além de teto solar. Alguns destes equipamentos eram oferecido como opcionais na versão GLS.
Durante os anos de 1996 até 2000. O Vectra saia de fábrica em três versões GL, mais básico equipado com motor 2.0l de 110 cv, GLS versão intermediaria que vinha com rodas de liga leve e equipado com o mesmo motor 2.0 de 110cv de versão GL. Este motor fazia em média 8,6km/h na cidade e 12,9km/h na estrada acelerava de 0 a 100km/h em 12,6 segundos.
Interior Chevrolet Vectra 1997 - 2001
Inteiror Chevrole Vectra 1997 a 2001
Já O Vectra CD, que era a versão top de linha, trazia o motor 2.0 l de 143cv que faz de 0 a 100km/h em 10,3s alcançado 208 km/h de máxima.

Chevrolet Vectra 1997 - 1998

vectra gls 1997
Vectra GLS 1997
O carro liderou o segmento de sedans no Brasil e em 1997 o Vectra vendeu mais que o Ford kA, compacto que estava em seu auge e custava quase a metade do Vectra.
O Vectra reinou no mercado até 1998 quando o Honda Civic e mais tarde o Toyota Corolla passaram a ser produzidos no Brasil, depois da chegada destes dois sedans a vida do carro da GM nunca mais foi a mesma.

Chevrolet Vectra 1999

Chevrolet Vectra 1999
Em 1999 o Chevrolet Vectra passou por uma pequena reestilização, recebendo novos pára-choques, com visual mais incorpado, saias laterais e lanternas traseiras maiores trazendo um novo desenho, além de novas rodas, mas a maior mudança foi mesmo na motorização, saíram os antigos motores 2.0 de 110 e 143cv dando lugar aos 2.2l que nas versões GL e GLS possuíam 123cv alcançando os 100km/h em 10.6s e os 195km/h de velocidade máxima. Na versão CD passou de 143cv para 138cv ganhando um pouco mais de desempenho, acelerando de 0 a 100km/h em 10.0 segundos e alcançando a velocidade máxima de 205 km/h. Por dentro o Vectra continuava o mesmo desde que foi lançado, com poucas melhorias.
chevrolet vectra 2000
Vectra 2000

Chevrolet Vectra 2001

Chevrolet Vectra 2001
Em 2001 com a chegada do Novo Honda Civic e no ano seguinte com o Novo Corolla ambos com um design e mecânica mais moderna, sendo que o Vectra continuava o mesmo desde o seu lançamento em 1996 e já era considerado ultrapassado em ralação aos seus concorrentes, a Chevrolet via as vendas do Vectra caírem cada vez mais.

Chevrolet Vectra 2002

Chevrolet Vectra 2002, vectra Challange
Vectra 2002
Em 2002 foi lançada o Vectra CD Mileniun que trazia rodas de liga leve com um desenho exclusivo e equipamentos da Versão CD. Outra série especial do Vectra foi a Challange que trazia leves diferenças por fora. Entre elas grade frontal cromada e rodas de liga leve exclusivas , o novo para-choque frontal e a grade cromada, passaram a ser adota por toda a linha.

Chevrolet Vectra 2005. É lançado o novo Vectra.

Novo Vectra
Somente em 2005 a Chevrolet lançou o Novo Vectra no Brasil, sendo que o mesmo já existia na Europa desde o final de 2002 (O Novo Vectra, que foi lançado no Brasil, era na verdade é o Astra europeu com algumas alterações estética e mecânica).
Em relação ao antigo o nosso Vectra passou por uma mudança radical ganhando um design inspirado no Astra europeu. Por dentro o carro ficou mais luxuoso ganhando um pouco mais de espaço assumindo o estatus de sedan de luxo. O Novo Vectra passou a ser comercializado inicialmente em três versões: Elegance, que sai de frabrica com motor 2.0l de 121cv a gasolina e 127cv a álcool, o Vectra Elegance vem equipado com ar-condicionado eletrônico com saída para o banco traseiro, direção hidráulica, trio elétrico e rodas de 16 polegadas e tem a possibilidade de câmbio automático como opcional.
chevrolet vectra elite 2007
Vectra Elite 2007
Enquanto na versão top a Elite é equipada com o motor de 2.4l com 146cv a gasolina e 150cv a álcool, o Vectra Elite tem câmbio automático de série, sistema de freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem (EBD), módulo de som e subwoofer, bancos revestidos em couro e aparatos eletrônicos como controlador automático de velocidade e sensor de chuva no pára-brisa e versões com rodas de 16 ou 17 polegadas.
Posteriormente foi lançada a versão Expression, mais simples e sem tantos equipamentos de luxo das outras versões o que resultou em um preço mais competitivo.

Chevrolet Vectra GT

Vectra GT
Em 2007 chegou ao mercado o Vectra GT, versão Hacth do Vectra que na verdade é o Astra hatch europeu, o Vectra GT traz o mesmo motor do sedan, o 2.0l 8v Flexpower de 121cv(G)/128 cv(A), motor que leva o carro de 0a 100km/h aos modestos 11.7s, a mecânica também é a mesma do Vectra sedan, apenas com algumas mudanças para deixar a condução do carro um pouco mais esportiva.
O Vectra GT traz bons equipamentos, entre eles navegador GPS, bancos de couro, airbags, ar-condicionado, freios ABS, computador de bordo e rodas de aro 17 com um desenho exclusivo na cor cinza.

2009 - O Vectra é reestilizado, e vira Next Edition, já o GT agora é GT Remix

chevrolet vectra next edition 2010
Novo Vectra Next Edition, na versão Elegance
Em feveiro de 2009, a Chevrolet apresenta o Vectra Next Edition, na verdade o sedan, sofreu apenas uma leve reestilização, que se concentrou principalmente na parte frontal, que traz um novo conjunto de faróis, grade e para-choque, no mais o Vectra ganhou apenas pequenos retoques, como retrovisores com seta, e sutís retoques no porta-malas e nas laternas traseiras. Internamente as novidades são os novos revestimentos dos bancos e portas.
vectra gt remix 2010
Vectra GT Remix 2010
Além do visual, o novo Vectra 2010, passa a ser equipado apenas com um única opção de motor, o renovado 2.0 de 133cv com gasoline e 140cv com álcool, este motor é mais potente e econômico que o propulsor que equipava o carro anteriormente. As versões continuam as mesmas, Expression, Elegance e a top de linha Elite.
Mesmo com a reestilização que o Vectra sofreu, as vendas não se alteraram muito, e o sedan da Chevrolet continua perdendo para modelos como Honda Civic, Toyota Corolla, porém aparece na frente de sedans como Fiat Linea, Citroen C4 Pallas, Ford Focus e Renault Megane. Ou seja o Vectra ainda mantém um público cativo, coisas que poucos carros conseguem atualmente.







 
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HISTÓRIA DO CHEVROLET KADETT

chevrolet kadett 1998
Kadett GLS 1998
Lançado no Brasil em 1989, o Kadett foi produzido até 1999, quando foi substituido pelo Astra, o modelo marcou época, principalmente no início da década de 90, graças a boa mecânica, bons equipamentos, espaço interno razoavel, e principalmente pela confiança que o carro conseguiu perante ao público, prova disto é que o modelo ainda tem uma certa procura principalmente pelo preço acessível e pelo custo de manutenção que é considerado baixo, já que as peças de reposição são encontradas com certa facilidade.
Se você está a procura de um Kadett, se puder prefira a versão GLS (foto acima) produzida depois de 1995, pois ela vem com um belo pacote de equipamentos, como ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricas, além de rodas de liga leve e aerofólio. Fique esperto com a versão GSi, ela traz alguns itens que são difícies de repor, como o painel digital que se quebrar da um bom trabalho para achar outro.

A história do Chevrolet Kadett

chevrolet kadett gls 1998
Kadett 1989

Kadett 1991 - Novos motores e a chegada da versão GSi

chevrolet kadett gls 1998
Kadett GS 1990
Três anos depois do seu lançamento, em 1991 o Kadett, ganhou motor com injeção eletrônica EFi, outra novidade foi a chegada da famosa versão GSi que contava com visual esportivo, e da versão conversível, versão esta que era considerada ao lado do Escort XR3, um dos únicos conversíveis produzido no Brasil.
interior chevrolet kadett 1989 a 1994
Clique na imagem para ampliar
Interior Kadett de 1989 a 1994
interior chevrolet kadett 1989 a 1994
O espaço para que viaja atrás é um tanto limitado, principalmente para quem tem mais de 1.80 de altura, este falta de espaço pode ser considerado a grande falha do Kadett.

Kadett 1992
Em 1992 o Kadett ganha um novo motor agora com a moderna injeção eletrônica MPFi.

O Kadett GSI

chevrolet kadett gsi
Kadett GSi 1994
Lançado em novembro de 1991, o Kadett GSi, ficou no lugar da versão GS, trazia visual de apelo esportivo com rodas de liga leve, capô diferenciado com entrada de ar, motor com injeção eletrônica, além de vir recheado de equipamentos como painel digital, ar-condicionado, vidros elétricos e os bancos esportivos da Recaro, esta versão também era oferecida em versão conversível. O Kadett GSi foi produzido até 1994.
Kadett 1994, reestilização, novas versões e fim do GSi
chevrolet kadett gsi conversivel
Kadett GSi Conversível 1993
Já em 1994, o Kadett passa a ser oferecido nas versões Lite, GL, e GLS, pela sua primeira reestilização e já da sinais que seu fim estava próximo, o modelo que chegava já como ano 1995, trazia uma nova grade, faróis e para-choque, o interior também foi revisto e ganhou um novo painel com linhas mais suaves, porém estas mudanças parecem não ter sido suficiente e a GM faria modificações no carro já no próximo ano.
Kadett 1995, Reestilzação, e novas versões e equipamentos
chevrolet kadett gls 1998
Kadett GLS 1996
No salão do automóvel de 1995, a Chevrolet apresentou a versão 1996 do Kadett, o modelo trazia um discreto fece-lift, com leves mudanças, a versão Lite saia de linha, e agora havia apenas três versões GL 1.8 e 2.0, a versão GLS 2.0 e a esportiva Sport 2.0 que trazia havia ficado no lugar da GSi.
interior chevrolet kadett 1989 a 1994
Interior Kadett de 1995 a 1998

Outra novidade na linha Kadett é que ele passa a ser equipado com ar-condicionado, vidros e travas elétricas, direção hidráulica entre outros itens nas versões GSL e Sport. Confira acima o interior do Kadett após a reestilização de 1995.
1996 - Chega ao fim a versão GSi, e a perua Ipanema
chevrolet ipanema 1993
Ipanema 1993
Em 1996 chegava ao fim a vida da perua Ipanema, ao total existem 65.000 exemplares da perua Kadett rodando no Brasil, apesar de não ter sido um sucesso de vendas.

Kadett 1997, agora apenas com motor 2.0
chevrolet kadett gl 1997
Kadett GL 1997
O modelo continuava em atividade porém as vendas já não eram como antes, e em 1997 a Chevrolet tirou de linha o Kadett com motor 1.8, ficando agora apenas o motor 2.0 MPFi de 110cv, este motor leva o hatch de 0 a 100km/h em 10.3 segundos, tendo consumo médio de 12km/l. Boas marcas para o carro.
Em setembro de 1998, a Chevrolet deixava de produzir o Kadett, o modelo teve 459.068 unidades vendidas, chegava ao fim, sendo substituido pelo Astra que chegaria as lojas no final de daquele ano.

Confira abaixo algumas dicas e pontos a serem observados;
Não estranhe se ouvir um rangido ao abrir as portas. É um problema crônico de praticamente todas as versões do Kadett. Lubrificação e reaperto de parafusos podem resolver o problema
Os modelos produzidos entre 1989 e 1996 podem apresentar um incômodo barulho na dianteira. Se for o caso, é porque chegou a hora de trocar as bandejas
Se a versão escolhida for um GSi, cheque o painel digital. Caso esteja quebrado, desista. Em geral é necessário trocá-lo. É uma peça rara de achar na concessionária – onde custa cerca de 2000 reais. Outra opção são os similares do paralelo, ao valor de 260 reais, porém de qualidade bem inferior ao original
Prefira os motores com injeção MPFI (multiponto), que são mais econômicos. Como era novidade na época, a injeção EFI (monoponto) dos modelos 1992 a 1996 necessita de manutenção mais constante. Uma revisão no sistema sai por 300 reais, em média
Veja se a pesada tampa traseira pára aberta. Em modelos mais antigos, os amortecedores podem estar gastos
fonte dados acima: Carros na Web
Outros detalhes do Kadett e como soluciona-los:
* 1) Entupimento do “pescador” do tanque de combustível causando falhas no motor ao se fazer curvas à direita; (problema só verificado em veículos à álcool. Basta desmontar o tanque e lavá-lo com gasolina. Recomenda-se procurar um mecânico caso não disponha de elevadores, habilidade e ferramental apropriado. RISCO ELEVADO DE INCÊNDIO OU EXPLOSÃO)
* 2) Quebra da solda da mola da porta (solda ao para-lama dianteiro) que frequentemente ocorrre na porta esquerda; (Na ocorrência da ruptura a mesma peça, porém do Celta, deixa a conexão mais robusta, pois ao invés da solda, utilizam-se parafusos)
* 3) Folga dos pinos das dobradiças das portas, causando ruído em vibrações.
* 4) Fadiga dos retentores de válvula no cabeçote, ocasionando queima de óleo - e a consequente e momentânea liberação de fumaça branca azulada - quando o veículo permanece quente e por algum tempo em baixa rotação;
* 5) Espaço no banco traseiro mais adequado para apenas dois passageiros; (especialmente nos modelos conversíveis)
* 6) Atrito do pneu com a lata do paralamas traseiros em casos de alteração da roda original, sem obedecer ao offset apropriado, que é de 49 mm (mais comumente indicado nas rodas como “ET 49? ou “Offset 49?). (Apesar de condenável, uma solução adotada nestes casos é o “rebatimento” do paralama, processo no qual a aba interna é dobrada para dentro)
* 7) Após vários anos de uso o carro geralmente apresenta falhas no motor ocasionadas por uma trinca na bonina do distribuidor. Quase nunca é visível, é altamente critica pois faz o consumo aumentar muito; (Notam-se falhas no funcionamento do motor principalmente nas baixas rotações, em situações de exigência de torque e temperatura elevada.
* A partir do último semestre de 2006, estão registrados relatos sobre Kadetts EFi produzidos em 1993 e 1995 com dificuldades de partida por falta de ignição. A solução deste problema ainda permanece uma incógnita visto que proprietários empregaram abordagens distintas em relação à falha. Pode-se, entretanto, destacar que algumas peças foram alvo de atenção especial e em muitos casos trocadas todas elas: Bobina de Ignição, Bobina Impulsora, Tampa do Distribuidor, velas e seus respectivos cabos. Não foi necessariamente bem sucedida a solução, há relato de persistência da falha. Nestas ocasições uma boa revisão do alternador (regulador de tensão, placa, rolamentos, bornes, fixação) é altamente recomendada. Aos proprietários que enfrentam esta dificuldade fica a dica de solução paliativa: Após um breve girar do motor utilizando o método de “partida no tranco” (não é necessária a partida, basta soltar um pouco a embreagem pra que o motor ‘vire’ um pouco) basta ligar a chave que a ignição se fará presente. Aos proprietários de Kadetts à álcool um alento: Desconectando o conector do sensor de temperatura (ligado ao famoso “cebolão”) transforma-se o injetor de gasolina num “termômetro” do problema: Se não injetar gasolina, está sem ignição (problema presente). Se injetar gasolina, há ignição (problema ausente).




 
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HISTÓRIA DO CARRO BRASILEIRO


 

 
 

A REVOLUÇÃO DA FIAT

 
O ano de 1977 caracterizou-se pela introdução do Fiat no mercado brasileiro. Numa época em que a principal característica desejável num automóvel era a economia de combustível (visto as freqüentes crises do petróleo), o Fiat chegou com a promessa de 14 ou mais quilômetros por litro. E impressionou vivamente seus adversários. Estes procuraram fazer carros mais econômicos – e o conseguiram – premidos pela concorrência do Fiat. Resultado: o consumidor brasileiro passou a contar, qualquer que fosse o carro escolhido, com um consumo antes considerado impossível.
 
E o Fiat trouxe, também, uma série de inovações tecnológicas, que por certo apressaram o lançamento de novos carros.
 
A VW havia lançado o Passat TS, em 1976, com motor de  1600cm3, que era, também, um dos veículos mais atualizados. Assim o relançamento do Corcel II, totalmente remodelado, não foi uma surpresa. Este carro, surgido em 1968, ganhou, dez anos depois, características tais que pode ser considerado um novo carro. A Alfa Romeo veio fazendo modificações em seu produto básico, o 2300, lançado em 1974, de modo que apresentou o 2300 B e o 2300 TI, em 1977. As modificações inúmeras, foram feitas em boa hora, tornando o carro mais sofisticado, veloz, macio e econômico. Inclusive resolvendo o angustiante problema da direção pesada, do modelo 2300.
 
A maior surpresa, talvez, tenha sido o lançamento de um híbrido, pela VW: a Variant II. Sua parte dianteira lembra um Passat (suspensão independente McPherson) e a traseira, uma Brasília (motor VW 1600).
 
 

O CAMINHÃO BRASILEIRO

 
Os veículos de carga nacionais têm uma longa história, que começou com os Ford e Chevrolet montados aqui, passando pelo primeiro caminhão fabricado no Brasil em 1951, o FNM. Este, na verdade, era um caminhão horrível, com as partes de lataria completamente onduladas, quase feitas a mão. Mas com uma mecânica Alfa Romeo das boas.
 
Mais tarde, a Alfa Romeo se impôs no mercado já em Duque de Caxias, no Estado do Rio de Janeiro. Seus veículos, embora não muito adaptados às condições brasileiras, foram durante um bom período o sustencáculo dos transportes de cargas e passageiros, em muitos lugares distantes do Brasil. O Caminhão Fenemê ficou famoso.
 
A Mercedes Benz, empresa mundialmente conhecida na área de veículos de carga e passageiros, graças aos esforços de Alfred Jurizdcowsky, instalou-se também no Brasil. Seus primeiros caminhões datam de 1957, com grande percentual importado. Mas, aos poucos, esse caminhão foi se impondo, mercê de inegáveis qualidades e – principalmente – devido ao alto padrão de assistência técnica de que sempre desfrutou.
 
Novos modelos foram surgindo, inclusive o primeiro ônibus do tipo construção integrada com chassi, denominada monobloco. A atuação da Mercedes popularizou o  motor diesel, no transporte pesado, em grande escala.
 
A Mercedes, que já produzia uma extensa linha de caminhões para os mais variados fins, lança uma curiosidade: o motor de 5 cilindros. Além disso, entrou no terreno dos caminhões leves, com o D-608, dos ônibus de longo percurso, com o O-355 turbinado.
 
Outra empresa que introduziu novidades no panorama brasileiro dos transportes foi a Scania, com seus caminhões pesadíssimos e chassi para ônibus com suspensão pneumática.
 
Instalou-se no Brasil a Detroit Diesel, pertencente ao grupo GM. Seus motores, GM Diesel, são de dois tempos e famosos no mundo inteiro. Na época, todos os demais caminhões fabricados no Brasil podiam ser equipados com motores diesel, produzidos não só pela Detroit, como pela MWM e por outras fábricas do setor. A “dieselização” veio atender às necessidades de baixar o custo operacional do transporte de carga no país.
 
 

O CARRO ESPORTE NO BRASIL

 
O brasileiro ama a natureza? Gosta de carro esportivo? Teoricamente, sim. Praticamente, não. Todas as tentativas de se fabricarem realmente esportivos fracassaram ou se arrastaram penosamente.
 
Quem realmente gosta de um automóvel esporte tem um tipo de vida bem diferente. Além disso, um carro esporte pode não alcançar o valor de revenda de um VW, nem oferecer o conforto de um Galaxie.
 
Assim, durante muitos anos o Puma foi recusado pelo público. Motivos: entrava água (desconforto) e era difícil de revender. A partir de uma certa data, porém, como ele usava mecânica VW, perceberam que ele não dava problemas. Então, o valor de revenda começou a subir e, hoje, é alto. Pronto: agora todos querem um Puma.
 
O SP2 da VW foi uma tentativa de industrializar um carro esporte (a Puma trabalhava em bases artesanais). Fracassou, talvez porque a VW não tenha, como a Puma, procurado valorizar o SP2 usado.
 
A Karmann Ghia fabricou durante um certo tempo e depois parou. A Lorena faliu. Muitas tentativas de pequenas fábricas goraram. Alguns modelos artesanais que utilizavam mecânica VW ficaram no mercado por um tempo (Bianco, Adamo). Hoje praticamente não temos um fabricante de esportivo nacional. Alguns fabricantes de réplicas ainda persistem.
 
 
CARROS NACIONAIS:
1956 - Romi-Isetta
1956 - Perua DKW-Vemag
1957 - Kombi - Volkswagen
1957 - Ford F-100 - Ford
1957 - Jeep Willys
1958 - Chevrolet Brasil 3100 - Chevrolet
1958 - Rural Willys
1959 - Fusca - Volkswagen
1959 - Simca Chambord
1960 - Aero Willys
1960 - FNM 2000 JK
1961 - Willys Interlagos
1962 - Karmann Ghia - Volkswagen
1962 - Renault-Willys Gordini
1964 - Chevrolet Veraneio – Chevrolet Pick Up
1964 - GT Malzoni - Lumimari/Puma
1965 - Brasinca GT 4200 Uirapuru
1966 - Puma GT - Puma
1966 - Willys Itamaraty
1967 - Galaxie - Ford
1968 - Corcel - Ford
1968 - Opala - Chevrolet
1969 - VW 1600, Variant, TL - Volkswagen
1969 - Dodge Dart
1969 - Puma GT4R - Puma
1970 - Belina - Ford
1970 - Puma GTE - Puma
1971 - Puma GTS - Puma
1971 - Dodge Charger
1972 - SP1 - SP2 - Volkswagen
1973 - Chevette - Chevrolet
1973 - Maverick (automóvel) - Ford
1974 - Brasília - Volkswagen
1974 - Passat - Volkswagen
1975 - Chevrolet Caravan - Chevrolet
1976 - 147 L - Fiat
1977 - 147 Pick-up - Fiat
1977 - Miúra
1978 - 147 Rallye - Fiat
1979 - Chrysler-Dodge Magnum e Le Baron
1979 - 147 Álcool - Fiat
 










































































































































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OPALA CRIADO POR CHIP FOOSE









 
 

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GM CONCESSIONÁRIA


Mais uma maravilhosa sequência de fotos de uma concessionária brasileira nos anos setenta.
Dessa vez, é a Servibrás, de Caxias do Sul-RS.
Na foto ao lado: inauguração da concessionária em 1973.
Vê-se o novo lançamento da GM, o inovador Chevette, junto ao já bem-sucedido Opala, nesse caso, um soberbo Gran Luxo quatro portas com vinil!
Uma volta ao passado!

Já nessas fotos, um stande da Concessionária na exposição da Festa da Uva, também em Caxias do Sul-RS, no ano de 1975.
O ambiente é incrível, os cartazes, os letreiros "OPALA" e "COMODORO".
O Comodoro possui o teto LasVegas, o Opala possui o vinil no teto inteiro -ambos, na cor Azul Firmamento.

A novidade para 1975 é a Caravan. Essa amarela é idêntica à primeira Caravan, que foi exposta no Salão do Automóvel e sorteada pela revista Quatro Rodas na época. O chevettinho na mesma cor.
Dessa forma, está exposto: uma Caravan, um Comodoro, um Chevette e um Opala. E cada um deles possui o seu nome estampado em letras "gigantescas"!








Pose junto ao Comodoro e Chevette OKM.




Também na Festa da Uva de Caxias do Sul-RS, mas em 1979, um Comodoro quatro portas...













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