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domingo, 10 de abril de 2011

GM CONCESSIONÁRIA


Mais uma maravilhosa sequência de fotos de uma concessionária brasileira nos anos setenta.
Dessa vez, é a Servibrás, de Caxias do Sul-RS.
Na foto ao lado: inauguração da concessionária em 1973.
Vê-se o novo lançamento da GM, o inovador Chevette, junto ao já bem-sucedido Opala, nesse caso, um soberbo Gran Luxo quatro portas com vinil!
Uma volta ao passado!

Já nessas fotos, um stande da Concessionária na exposição da Festa da Uva, também em Caxias do Sul-RS, no ano de 1975.
O ambiente é incrível, os cartazes, os letreiros "OPALA" e "COMODORO".
O Comodoro possui o teto LasVegas, o Opala possui o vinil no teto inteiro -ambos, na cor Azul Firmamento.

A novidade para 1975 é a Caravan. Essa amarela é idêntica à primeira Caravan, que foi exposta no Salão do Automóvel e sorteada pela revista Quatro Rodas na época. O chevettinho na mesma cor.
Dessa forma, está exposto: uma Caravan, um Comodoro, um Chevette e um Opala. E cada um deles possui o seu nome estampado em letras "gigantescas"!








Pose junto ao Comodoro e Chevette OKM.




Também na Festa da Uva de Caxias do Sul-RS, mas em 1979, um Comodoro quatro portas...













----------BIG BEAR---------

quinta-feira, 24 de março de 2011

MARIO ANDRETTI NA FORMULA 1

Vou falar sobre os anos de Mario na Fórmula 1.
Do resto da sua carreira sei pouco: apenas que ele era incrivelmente versátil, correndo com todo tipo de carro e geralmente sendo muito rápido mas não sou capaz de lhe dizer o que efetivamente ele ganhou.
Na Fórmula 1, Mario é detentor de um recorde expressivo, coisa que poucos outros pilotos conseguiram: marcou a pole em sua estréia, no GP dos Estados Unidos de 68, correndo com um Lotus.
Entre 69 e 74 ele ficou fazendo ponte aérea entre os Estados Unidos e Europa, de forma que nunca disputou um campeonato completo. Neste período, pilotou para a Lotus, March, Ferrari e Parnelli, tendo ganho o GP da África do Sul de 71.
A partir de 75, passa a disputar todo ou quase todo o campeonato. Pouco consegue em 75 mas em 76, com Lotus, ele vai somando pontos até chegar em 6º, tendo inclusive vencido o GP do Japão – aquele da tempestade que fez Lauda desistir da corrida e do título.
Em 77, com um Lotus 78, um dos mais belos carros da história da Fórmula 1, Mario passa a ser um sério candidato ao título, terminando o ano em 3º lugar, tendo vencido quatro GPs.
Em 78, com o ainda mais belo Lotus 79 (veja estas jóias no nosso especial Os Mais Belos Fórmula 1 de Todos os Tempos), Mario arrebenta apesar de ter Ronnie Peterson como companheiro de equipe. São seis vitórias e o título de campeão.
Água no chopp em 79. Colin Chapman apronta um dos seus maiores erros, o Lotus 80, e a carreira de Mario nunca mais seria a mesma. Termina o ano em 10º e naufraga de vez em 80, quando faz apenas um mísero ponto no ano inteiro – marcado na última corrida!
Em 81, ele arrisca-se na Alfa Romeo – apenas 3 pontos. Em 82, faz apenas três corridas na temporada, uma pela Williams e duas pela Ferrari.
A equipe italiana já havia perdido Gilles Villeneuve e vê seu outro piloto, Didier Pironi, se ferir gravemente na Alemanha, ficando impossibilitado de correr. A Ferrari convoca então em caráter de urgência Mario Andretti para correr em Monza. Ele topa e marca a pole com o magnífico porém mortal Ferrari 126C2, quase pondo abaixo o autódromo de Monza com curvas inclinadas e tudo. Na corrida, termina em 3º.
Sua despedida da Fórmula 1, a bordo do mesmo Ferrari, se dá na corrida seguinte, em Las Vegas, onde se acidentou.


..............BIG BEAR..............