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segunda-feira, 28 de março de 2011

MARIO ANDRETTI

Na Fórmula 1, Mario é detentor de um recorde expressivo, coisa que poucos outros pilotos conseguiram: marcou a pole em sua estréia, no GP dos Estados Unidos de 68, correndo com uma Lotus.
Entre 69 e 74 ele ficou fazendo ponte aérea entre os Estados Unidos e Europa, de forma que nunca disputou um campeonato completo. Neste período, pilotou para a Lotus, March, Ferrari e Parnelli, tendo ganho o GP da África do Sul de 71.
A partir de 75, passa a disputar todo ou quase todo o campeonato. Pouco consegue em 75 mas em 76, com Lotus, ele vai somando pontos até chegar em 6º, tendo inclusive vencido o GP do Japão, aquele da tempestade que fez Lauda desistir da corrida e do título.
Em 77, com um Lotus 78, um dos mais belos carros da história da Fórmula 1, Mario passa a ser um sério candidato ao título, terminando o ano em 3º lugar, tendo vencido quatro GPs.
Em 78, com o ainda mais belo Lotus 79, Mario arrebenta apesar de ter Ronnie Peterson como companheiro de equipe. São seis vitórias e o título de campeão.
Água no chopp em 79. Colin Chapman apronta um dos seus maiores erros, o Lotus 80, e a carreira de Mario nunca mais seria a mesma. Termina o ano em 10º e naufraga de vez em 80, quando faz apenas um mísero ponto no ano inteiro – marcado na última corrida!
Em 81, ele arrisca-se na Alfa Romeo fazendo apenas 3 pontos. Em 82, faz apenas três corridas na temporada, uma pela Williams e duas pela Ferrari.
A equipe italiana já havia perdido Gilles Villeneuve e vê seu outro piloto, Didier Pironi, se ferir gravemente na Alemanha, ficando impossibilitado de correr. A Ferrari convoca então em caráter de urgência Mario Andretti para correr em Monza. Ele topa e marca a pole com o magnífico porém mortal Ferrari 126C2, quase pondo abaixo o autódromo de Monza com curvas inclinadas e tudo. Na corrida, termina em 3º.
Sua despedida da Fórmula 1, a bordo do mesmo Ferrari, se dá na corrida seguinte, em Las Vegas, onde se acidentou.




sexta-feira, 25 de março de 2011

INDY A 40 ANOS - MINIATURAS




E já no fim da década de 60, entrando nos anos 70, a mudança nos carros da Indy são brutais. Motores traseiros, turbinas, carros aerodinamicamente mais trabalhados. Para mim, carros que tiveram muita criatividade e psicopatia de seus criadores.
O primeiro é o Lotus 56 Turbine que Joe Leonard conseguiu a pole position nas 500 milhas em 1968. Mini feita pela SMTS na escala 1:43.
O segundo é o Eagle Sunoco Penske Special, pilotado por ninguém menos que Mark Donohue em 1968. Também feito pela SMTS, na escala 1:43.
Por fim, o lindo STP Brawner Hawk Ford pilotado em 1969 por Mario Andretti, carro vitorioso em algumas provas. Mesmo fabricante e escala que os dois primeiros.








RONNIE PETTERSON E MARIO ANDRETTI - 1978

Circuito de Jarama, Madrid Espanha.




quinta-feira, 24 de março de 2011

MARIO ANDRETTI - VPJ EAGLE





Clique nas fotos para amplia-las
Miniatura maravilhosa da Carousel. O VPJ Eagle que Mario Andretti correu nas 500 milhas de Indianápolis, em 1974. Na escala 1:18 e muito bem detalhada, com o detalhe surpreendente que podemos totalmente a carroceria. (Obrigado Carousel).
Sem duvida vale os 160 dólares pedidos nos Estados Unidos, mas algum pseudo cardeal da inquisição, ignorante, que se diz colecionador, e se acha no direito de por preço mas minis alheias, não interessando o quanto foi o gasto para a produção da peça, o imposto de renda pago, com certeza vai dizer que vale 5,00 reais, e jogar na fogueira qualquer que ousar discordar dele.

      ...Big Bear...   

MARIO ANDRETTI NA FORMULA 1

Vou falar sobre os anos de Mario na Fórmula 1.
Do resto da sua carreira sei pouco: apenas que ele era incrivelmente versátil, correndo com todo tipo de carro e geralmente sendo muito rápido mas não sou capaz de lhe dizer o que efetivamente ele ganhou.
Na Fórmula 1, Mario é detentor de um recorde expressivo, coisa que poucos outros pilotos conseguiram: marcou a pole em sua estréia, no GP dos Estados Unidos de 68, correndo com um Lotus.
Entre 69 e 74 ele ficou fazendo ponte aérea entre os Estados Unidos e Europa, de forma que nunca disputou um campeonato completo. Neste período, pilotou para a Lotus, March, Ferrari e Parnelli, tendo ganho o GP da África do Sul de 71.
A partir de 75, passa a disputar todo ou quase todo o campeonato. Pouco consegue em 75 mas em 76, com Lotus, ele vai somando pontos até chegar em 6º, tendo inclusive vencido o GP do Japão – aquele da tempestade que fez Lauda desistir da corrida e do título.
Em 77, com um Lotus 78, um dos mais belos carros da história da Fórmula 1, Mario passa a ser um sério candidato ao título, terminando o ano em 3º lugar, tendo vencido quatro GPs.
Em 78, com o ainda mais belo Lotus 79 (veja estas jóias no nosso especial Os Mais Belos Fórmula 1 de Todos os Tempos), Mario arrebenta apesar de ter Ronnie Peterson como companheiro de equipe. São seis vitórias e o título de campeão.
Água no chopp em 79. Colin Chapman apronta um dos seus maiores erros, o Lotus 80, e a carreira de Mario nunca mais seria a mesma. Termina o ano em 10º e naufraga de vez em 80, quando faz apenas um mísero ponto no ano inteiro – marcado na última corrida!
Em 81, ele arrisca-se na Alfa Romeo – apenas 3 pontos. Em 82, faz apenas três corridas na temporada, uma pela Williams e duas pela Ferrari.
A equipe italiana já havia perdido Gilles Villeneuve e vê seu outro piloto, Didier Pironi, se ferir gravemente na Alemanha, ficando impossibilitado de correr. A Ferrari convoca então em caráter de urgência Mario Andretti para correr em Monza. Ele topa e marca a pole com o magnífico porém mortal Ferrari 126C2, quase pondo abaixo o autódromo de Monza com curvas inclinadas e tudo. Na corrida, termina em 3º.
Sua despedida da Fórmula 1, a bordo do mesmo Ferrari, se dá na corrida seguinte, em Las Vegas, onde se acidentou.


..............BIG BEAR..............



RONNIE PETERSON

Ronnie Peterson nasceu em 1944, na Suécia. Entre os anos de 1963 e 1966, foi quatro vezes campeão sueco de kart. Em 1968 foi campeão da Formula 3 sueca e em 1969 correu na Formula 3 européia, vencendo o GP de Mônaco.

Em 1970 disputou 9 GPs de Formula 1 sem marcar pontos, mas já em 1971 foi vice-campeão de Jackie Stewart, marcando 54 pontos. No mesmo ano, foi campeão da Formula 2.

Em 1972 teve uma atuação mais discreta, mas voltou a andar bem no ano seguinte, marcando 52 pontos e sendo terceiro colocado no campeonato, além de conquistar 4 vitórias. Foi companheiro de equipe de Emerson Fittipaldi, na Lotus.

Em 1974, marcou 35 pontos vencendo 3 corridas. Ficou em quinto no campeonato. Em 1975 marcou apenas seis pontos e 10 no ano seguinte, 9 deles na vitória do GP da Itália.


Em 1977 pilotou o famoso Tyrrell de seis rodas, um carro "anti-Peterson", como se dizia dele, porque Peterson fazia curvas deslizando nas cuatro rodas. Em 1978, de volta à Lotus, foi vice-campeão de Mario Andretti, venceu dois GPs e terminou morto no GP da Itália.


Veja os números de Ronnie Peterson na Formula 1:

Vitórias: 10
Pódios: 26
Pole positions: 14
Voltas mais rápidas: 9
Pontos: 206
GPs na liderança: 28
Voltas na liderança: 707 
 
 
 

...............BIG BEAR...............