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domingo, 3 de abril de 2011

JACQUES LAFFITE - 176 CORRIDAS NA FORMULA 1 (In English)

In the French crowd at Magny-Cours will have just one home-grown driver to cheer on - Franck Montagny -although he is unlikely to be battling for points in his Super Aguri. Despite this current shortage of Frenchmen behind the wheel of a Formula One car, the race will give France the chance to remember its proud racing heritage - and some of the great drivers it has produced in the past.

Alain Prost and Jean Alesi are two celebrated French drivers that immediately spring to mind, but often overlooked outside of his native country is Jacques Lafitte, who started the third-highest number of Formula One races - a grand total of 176. The Frenchman enjoyed an exceptionally long and occasionally successful Formula One career, and was one of the paddock's favourite characters during the time he spent as a driver for Williams and Ligier.

Eddie Cheever, Jacques Lafitte and Nelson Piquet.
Lafitte was always passionate about racing, his determination to break into the sport was demonstrated when he agreed to serve as an unpaid mechanic to fellow racer Jean Pierre Jabouille - just to get close to the action. Whilst working for Jabouille, his own reputation behind the wheel began to grow. Coming through the lesser Formulae he was invited to make his Grand Prix debut for Frank Williams' fledgling team in 1974.

A decade later this opportunity would have been any young racer's dream ticket. But in 1974, Williams was a struggling tail-ender and the Iso-Marlboro sponsored car was well off the pace. Lafitte's debut race in Germany saw him qualify in an inauspicious 21st place and retire after just two laps of the gruelling old Nurburgring circuit with suspension failure. But as the season progressed the team's fortunes improved. Lafitte's team-mate Arturo Merzario scored a fourth place in Italy and by the end of the year Lafitte proved he wasn't short of pace when he out-qualified Merzario in both Canada and the USA.

Lafitte stayed on with Williams for 1975, although the team's financial situation had become so dire that he was turfed out of his seat for the Swedish Grand Prix to make way for a pay driver. Reinstated for the closing stages of the season, Lafitte sealed his reputation by taking a brilliant second place in the German Grand Prix, relegating Niki Lauda to third on the podium. The result sent shockwaves through the paddock, and was credited afterwards with having brought enough cash into Williams to keep the struggling team afloat.

In 1976 Lafitte moved to the Ligier team, securing three podiums and finishing the drivers' championship in eighth place. In the seasons that followed he would go onto score six victories for the team, taking the last in Canada in 1981. He managed to finish fourth in the drivers' championship for three years in succession: 1979, 1980 and 1981.

After an unsuccessful return to Williams in 1983, Lafitte moved back to Ligier in 1985 and enjoyed a final two seasons with the team, making the most of its phenomenally powerful turbocharged Renault 1.5 litre V6 engine. He remained highly competitive until the very end of his career, scoring his final podium at the age of 42 with a strong drive to take second place in the 1986 United States Grand Prix in Detroit.

In more recent years Lafitte has become the voice of Formula One in France, providing live commentary for the TF1 television broadcasts.




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sexta-feira, 1 de abril de 2011

FRASES, CITAÇÕES E COMENTÁRIOS REFERENTES A ALAIN PROST

Didier Pironi:
Você quis dizer: "Professor Tucano"

Rene Arnoux:
"Não gosto de falar de coisas negativas..."

Rene Arnoux:
"Narigudo filho da puta!"
Ayrton Senna, depois de ser jogado para fora da pista por Prost no GP do Japão em 89:"Olha quem está atrás dele, olha quem está atrás dele, olha quem estaaaaava atrás dele!"
Prost, logo ali, atrás de Senna!


Ayrton Senna, depois de ser jogado para fora da pista por Prost no GP do Japão em 89:
"Foi sem querer querendo"



Galvão Bueno
"Tu é feio em!"

Nelson Piquet:
"Esse cara acabou com o casamento de 3 pilotos que eram amigos dele: Didier Pironi, Gerard Larrouse e Jacques Laffite! Um cara de pau que vai na casa do amigo, não sai de lá e depois come a mulher do amigo! Falando sério, é o unico jeito de conseguir alguma coisa porque ele é MUITO FEIO!!!"

Nelson Piquet:
"Eu sacaneei muito ele quando colocou uma dentadura e saiu no padock sorrindo para todo mundo, mas ele vivia me ignorando para não mostrar o seu sorriso novo para mim!!! "

Nelson Piquet:
"Na União Soviética, o nariz entorta VOCÊ!!"

Anatoly Katoviskay, Jornalista da extinta União Soviética:
"Ayrton Senna é muito melhor"

Ele é sonâmbulo, baixinho, rói as unhas, tem o nariz grande e torto, fama de maquiavélico, fala manso mas é do tipo nervosinho e dedica seu amor a duas mulheres. Apesar de todos esses predicados, divide espaço na mídia com políticos, frequentemente é convidado para ser garoto propaganda até de produto de beleza (?????), é milionário e um dos personagens mais populares de seu país, atrás apenas de toda seleção francesa. Alain Nappa Professor Prost, nascido em 1900 e guaraná com rolha, foi 4 vezes campeão mundial de fórmula 1. Abondonou o circo da Fórmula 1 no ano de 1993 ( Ano em que Ayrton Senna chegava na equipe Williams, Com certeza o motivo do abondono) eterno inimigo de Nelson Piquet, Nigel Mansell, Damon Hill, Michael Schumacher, Nikki Lauda e mais 800 pilotos de fórmula 1 que ainda estão vivos para considerar Alain Prost inimigo.




 
===           BIG BEAR           ===



ALAIN PROST - CRONOLOGIA E CHILIQUES

1980- Estréia na fórmula 1. Com seus chiliques consegue chamar a atenção...Fora da pista;
  • 1981- Vê um Brasileiro sendo Campeão de Fórmula 1, Nelson Piquet.
  • 1982- Vê um cara que ganha apenas uma corrida ser campeão Keke Rosberg, e Prost ainda continua seu chilique em busca de uma equipe que o favorecesse;
  • 1983 -Vê novamente o Brasil sendo campeão de Fórmula 1, dessa vez se torna vice campeão;
  • 1984- Vê um morto-vivo Niki Lauda ser campeão de Fórmula 1, mais uma vez se torna vice campeão;
  • 1985- Com quase todos os grande pilotos com os carros cheio de problemas, consegue se tornar campeão em um campeonato calmo e tranquilo (Fica feliz da vida e deixa seus chiliques de lado);
  • 1986- consegue ser bicampeão pelo fato do vice ser um piloto retardado e esquentado Nigel Mansell;
  • 1987 - Vê mais uma vez o Brasil levando o título Mundial com Nelson Piquet;
  • 1988 - De novo vê o Brasil ser campeão Mundial, dessa vez com Senna.(começava sua vida de desgraça);
    1989 - Joga em seu carro em cima do carro do Senna e vence o campeonato, é tricampeão;
  • 1990 - Vê de novo o Brasil ser campeão;
  • 1991 - Com uma Ferrari desregulada e totalmente fora de si, vê o Brasil de novo ser campeão;
  • 1992 - Puto da vida com Senna, tira férias da Fórmula 1 e vê o seu antigo inimigo, o retardado e esquentado Nigel Mansell, dar um couro no Senna;
  • 1993 - Como a situação na Williams estava boa, puxa o tapete de Mansell e resolve voltar a correr de Fórmula 1, é campeão, mas mesmo assim Senna dá trabalho;
  • 1994- Vê Senna mexendo a cabeça pela televisão.

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ALAIN PROST

Desde criança Alain Prost sempre venceu campeonatos de corrida, sempre teve vantagens em competições apertadas pelo fato de seu nariz sempre chegar primeiro que o bico do carro. Chegou na Formula 1 no ano de 1980, onde deu trabalho para Nelson Piquet, e demais pilotos. Mas a sua história so seria marcada com a chegada deAyrton Senna na McLaren no ano de 1988. Os 2 pilotos disputavam farpas, tapas e chiliques dentro e fora das pistas, um vivia atrás do outro (Sem malicias), quando Prost estava atrás, Senna estava na frente e vice versa, foi um campeonato bastante difícil, atormentando a vida de Prost, que costumava sempre ser o primeiro piloto de sua equipe. Em 1989 para não repetir a façanha de perder o campeonato de Fórmula 1 novamente para Senna, Prost da uma fechada batendo em Senna (Talvez foi ai que Zindane se inspirou pra bater em Materazzi) o o Francês volta para os paddock feliz e contente, onde conquista o seu tri-campeonato de Fórmula 1. No ano de 1990, Senna na McLaren e Prost na Ferrari (Resolveu mudar de equipe para não ter que enfrentar Senna novamente), os dois disputam o campeonato, dessa vez Senna é mais esperto e da o troco em cima do francês que faz um completo chilique nos paddocks, até abaixar a cabeça e voltar para casa chorando e abusando de mais uma de suas mulheres. No ano de 91 pilota uma Ferrari que era um lixo, e em 1992 Prost se afastou da Fórmula 1 com medo de Senna, assim no ano de 93, resolveu puxar o tapete de Nigel Mansell e voltou para a fórmula 1 quando soube que a equipe Williams-Renault era uma super equipe de ponta, e que a McLaren de Senna era uma porcaria de 4 rodas. Com dificuldade novamente, Prost vence o campeonato de 1993, assim que descobre que Senna iria atormentá-lo na Williams no ano de 1994, Prost resolve se aposentar e sumir do mapa.
Após a saída da Fórmula 1, no ano de 1900 e me esqueci, Prost abre a sua equipe de fórmula 1, com nome de Prost!!!!. Mas não deu muito certo, a Prost F1 Racing era sempre a ultima a chegar (se é que chegava) no fim da corrida. Vendo que as coisas não estavam boas, fecha a equipe e some para nunca mais aparecer na imprensa.


 
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sexta-feira, 25 de março de 2011

ANDREA DE CESARIS

Eis uma biografia muito aguardada: a história de um homem que teve uma longa carreira, e que teve a fama de ser o maior destruidor de chassis, chegando ao ponto de ter a alcunha de “De Crasheris”!...


Mas o piloto italiano é muito mais do que o jovem fogoso destruidor de carros, que levou a ser despedido de duas escuderias (McLaren e Ligier) por destruir demasiados carros… com a idade tornou-se num piloto mais cuidadoso, sem contudo perder a rapidez. Nascido em Roma, a 31 de Maio de 1959, filho de um comerciante abastado, que mais tarde se tornou no representante da Marlboro em Itália, Andrea De Cesaris começou a sua carreira nos karts, onde se tornou num rei das pistas.


Em 1979 foi vice-campeão de Formula 3, atrás do brasileiro Chico Serra, e em 1980, passou para a Formula 2, onde correu pela Project Four, a escuderia de Ron Dennis, futuro patrão da McLaren. No final da época, De Cesaris teve uma hipótese para correr na Formula 1, a bordo de um Alfa Romeo, nos Grandes Prémios do Canadá e dos Estados Unidos, onde abandonou em ambas as corridas.


Em 1981, transferiu-se para a McLaren. E aí é que começou a ter a famosa alcunha: “De Crasheris”. E porquê? Pois ele cometeu a proeza de destruir, numa só época… 22 chassis! A sorte do italiano é que foi nessa época que a McLaren começou a usar os chassis de fibra de carbono, logo, os carros eram mais resistentes... Contudo, no final da época, Ron Dennis pura e simplesmente despediu-o. Em termos de classificação, o 6º lugar em São Marino foi o seu melhor resultado, e esse ponto deu-lhe o 18º lugar na geral.

Em 1982, volta para a Alfa Romeo, e a rapidez deu-lhe frutos: pole-position em Long Beach (a unica da sua carreira), acaba no pódio naquele GP do Mónaco absolutamente anormal… mas no final, fica no 17º lugar, com 5 pontos, com uma pole e um pódio. No ano seguinte, continua na Alfa Romeo, e consegue aqui a sua melhor temporada: dois segundos lugares nos GP's da Alemanha e da Africa do Sul, e uma exibição de luxo em Spa-Francochamps até que o motor “entrega a sua alma ao criador”… mas faz a volta mais rápida. No final da época, os 15 pontos dão-lhe o oitavo lugar na classificação geral, com dois pódios e uma volta mais rápida.

Em 1984, passa para a Ligier, mas os resultados são modestos. O melhor que consegue é um quinto lugar em Kyalami, acabando a época no 17º lugar, com 3 pontos. No ano seguinte, continua na Ligier, mas agora tem Jacques Laffite como seu companheiro. O quarto lugar no Mónaco prometia muito, mas um incidente na Áustria faz com que ele seja despedido por um colérico Guy Ligier

Sem grandes hipóteses, em 1986 virou-se para a Minardi, onde nada consegue num carro pesado, lento e pouco fiável. Resultado: zero pontos. Mas no ano seguinte vai para a Brabham, com um patrocínio na casa dos sete dígitos (más linguas...), numa altura em que a equipa estava a dar os seus passos finais na Formula 1. Contudo, foi com eles que De Cesaris voltou ao pódio, um terceiro lugar na Bélgica. Esses 4 pontos deram-lhe um 14º lugar na geral.

Em 1988, ele é a alma de um novo projecto: a Rial, que era nada mais, nada menos que um ressuscitar da velha ATS, do alemão Gunther Schmidt. Essa aventura deu-lhe alguns resultados de relevo, como um 4º lugar em Detroit. Mas nada mais. Esses três pontos deram-lhe um 15º lugar na geral. No ano seguinte, vai para a Dallara, onde consegue, mais uma vez, subir ao pódio, desta vez no chuvoso GP do Canadá. Quatro pontos que lhe dão um 16º lugar final. Continua na equipa em 1990, mas não consegue pontuar.

Em 1991, muda-se para outra equipa estreante: a Jordan. Experiente em formulas inferiores, tinha argumentos de peso: tinha um bom motor, o chassis era simples, mas eficiente, foi a surpresa do ano. E De Cesaris voltava a conhecer um fulgor que lhe escapava há muito, e que quase lhe deu a vitória, de novo em Spa-Francochamps, quando a poucas voltas do fim, o motor decidiu “entregar a alma ao criador”. Nessa altura era segundo, e podia alcançar Ayrton Senna… Mas no final, os 9 pontos deram-lhe um nono lugar na geral, e um novo fôlego na carreira.

Em 1992, Eddie Jordan queria De Cesaris, mas o novo patrocinador era rival da Marlboro, e não podia ficar. Sendo assim, foi para a Tyrrell, onde os seus préstimos foram úteis. Os oito pontos alcançados no final da época permitiam-lhe repetir o nono lugar do ano anterior. Mas em 1993, com os motores Ilmor a serem substituídos pelos Yamaha, as coisas ficaram piores, e De Cesaris acabou a época tal como começou: com zero.

Em 1994, De Cesaris estava fora da Formula 1 quando a época começou, no Brasil. Mas um incidente nessa corrida que lhe iria providenciar ao piloto uma última época na competição. Primeiro na Jordan, onde substituiu Eddie Irvine (o tal tipo que causou o incidente) suspenso por três corridas, e onde o italiano arrancou um brilhante 4º lugar no Mónaco. Pensava-se que as coisas ficariam por ali, mas nesse mesmo GP, outra oportunidade iria surgir, quando o austriaco Karl Wendlinger ficou gravemente ferido nos treinos. Até ao final da época, De Cesaris correu na Sauber, onde ainda seria sexto no GP de França. Antes, no Canadá, comemorou o seu 200º GP. E no final da época, aos 35 anos, a sua longa carreira na Formula 1 tinha chegado ao fim.

O legado de Andrea De Cesaris é enorme: em 208 GP’s, espalhados por 15 temporadas, conseguiu uma pole, uma volta mais rápida, cinco pódios e 59 pontos no total. É um dos cinco que atingiu a mítica marca dos 200 GP’s.

Depois da carreira de piloto, sumiu de vista durante dez anos. Era corretor da bolsa em Monte Carlo e praticante de “windsurf” nos tempos livres. Reapareceu por alturas do “tsunami” de 2004, quando doou verbas substanciais em populações no Sri Lanka. E depois… veio o GP Masters. A idade tinha passado por ele, mas a forma era a mesma. E continua a dar cartas nessa competição… 





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