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domingo, 3 de abril de 2011

FITTIPALDI, PIQUET, SENNA - CELEBRAÇÃO AO TALENTO

O que poderíamos falar sobre esses três gênios do automobilismo que já não foi dito ?
Ayrton, Émerson e Nelson deram nove títulos nas duas maiores categorias do automobilismo mundial ao Brasil (oito na F1 e um na F Indy). Elevaram nosso país ao topo absoluto de títulos mundiais na Fórmula 1 (sendo superados somente agora), ganhando oito vezes. Nenhum outro país, exceto a Inglaterra, berço do automobilismo mundial, conseguiu este feito (Os frescos e perfumados tem 9 titúlos na F1, contando com Jenson Button e Lewis Hamilton). O legado que esses três gênios deixaram, não tem preço. As alegrias que eles nos trouxeram em incontáveis domingos, são inesquecíveis. Fora os recordes dos três - que são impressionantes - a maneira como os conseguiram é o que chama a atenção. Cada um em sua época, todos eles venceram outros monstros sagrados nas pistas. Émerson nos anos 70, disputou contra Jackie Stewart, Niki Lauda e Ronnie Peterson. Nelson pegou pela frente Gilles Villeneuve, Niki Lauda, Alain Prost e o próprio Ayrton que, por sua vez, também enfrentou xiliquento Alain Prost e o leão imbecil Nigel Mansell.
O que eu tento fazer, mostrando um pequeno perfil de cada um deles, é uma celebração ao talento, numa tentativa de agradecê-los pelos momentos de emoção que nos proporcionaram. Nunca vamos esquecer...



 
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INSIGHTS DA HUMORISTICOS FORMULA 1

1- Segundo a imprensa européia Nikki Lauda chamou Fernando Alonso de cachorro.

2- No Brasil (aqui) após corrida acidentada, Fiseram uma grande confusão envolvendo o Giancarlo Fisichella, entregaram o troféu de vencedor para outro piloto.

3- Outra frase "famosa" de Nelson Piquet:
"O Prost comeu a mulher do Lafitte"



4- Outra frase do Piquet para o francesinho narigudo:
"Kct, como o Prost é feio"

"Eu sou baixinho feio e narigudo, dizem que eu sirvo só para dar racado, mas na verdade eu sirvo para tudo, pois sou cornudo eu sou até casado". (Juca Chaves)

5- Para esculachar de vez com o baixinho francês, Piquet soltou mais uma:
"O Prost usa dentadura"

6- E para encerrar me vem uma questão a mente:
Será que o Kiko do Chaves é o resultado do cruzamento do Felipe Massa com o Michael Schumacher?





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sexta-feira, 1 de abril de 2011

FRASES, CITAÇÕES E COMENTÁRIOS REFERENTES A ALAIN PROST

Didier Pironi:
Você quis dizer: "Professor Tucano"

Rene Arnoux:
"Não gosto de falar de coisas negativas..."

Rene Arnoux:
"Narigudo filho da puta!"
Ayrton Senna, depois de ser jogado para fora da pista por Prost no GP do Japão em 89:"Olha quem está atrás dele, olha quem está atrás dele, olha quem estaaaaava atrás dele!"
Prost, logo ali, atrás de Senna!


Ayrton Senna, depois de ser jogado para fora da pista por Prost no GP do Japão em 89:
"Foi sem querer querendo"



Galvão Bueno
"Tu é feio em!"

Nelson Piquet:
"Esse cara acabou com o casamento de 3 pilotos que eram amigos dele: Didier Pironi, Gerard Larrouse e Jacques Laffite! Um cara de pau que vai na casa do amigo, não sai de lá e depois come a mulher do amigo! Falando sério, é o unico jeito de conseguir alguma coisa porque ele é MUITO FEIO!!!"

Nelson Piquet:
"Eu sacaneei muito ele quando colocou uma dentadura e saiu no padock sorrindo para todo mundo, mas ele vivia me ignorando para não mostrar o seu sorriso novo para mim!!! "

Nelson Piquet:
"Na União Soviética, o nariz entorta VOCÊ!!"

Anatoly Katoviskay, Jornalista da extinta União Soviética:
"Ayrton Senna é muito melhor"

Ele é sonâmbulo, baixinho, rói as unhas, tem o nariz grande e torto, fama de maquiavélico, fala manso mas é do tipo nervosinho e dedica seu amor a duas mulheres. Apesar de todos esses predicados, divide espaço na mídia com políticos, frequentemente é convidado para ser garoto propaganda até de produto de beleza (?????), é milionário e um dos personagens mais populares de seu país, atrás apenas de toda seleção francesa. Alain Nappa Professor Prost, nascido em 1900 e guaraná com rolha, foi 4 vezes campeão mundial de fórmula 1. Abondonou o circo da Fórmula 1 no ano de 1993 ( Ano em que Ayrton Senna chegava na equipe Williams, Com certeza o motivo do abondono) eterno inimigo de Nelson Piquet, Nigel Mansell, Damon Hill, Michael Schumacher, Nikki Lauda e mais 800 pilotos de fórmula 1 que ainda estão vivos para considerar Alain Prost inimigo.




 
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ALAIN PROST - CRONOLOGIA E CHILIQUES

1980- Estréia na fórmula 1. Com seus chiliques consegue chamar a atenção...Fora da pista;
  • 1981- Vê um Brasileiro sendo Campeão de Fórmula 1, Nelson Piquet.
  • 1982- Vê um cara que ganha apenas uma corrida ser campeão Keke Rosberg, e Prost ainda continua seu chilique em busca de uma equipe que o favorecesse;
  • 1983 -Vê novamente o Brasil sendo campeão de Fórmula 1, dessa vez se torna vice campeão;
  • 1984- Vê um morto-vivo Niki Lauda ser campeão de Fórmula 1, mais uma vez se torna vice campeão;
  • 1985- Com quase todos os grande pilotos com os carros cheio de problemas, consegue se tornar campeão em um campeonato calmo e tranquilo (Fica feliz da vida e deixa seus chiliques de lado);
  • 1986- consegue ser bicampeão pelo fato do vice ser um piloto retardado e esquentado Nigel Mansell;
  • 1987 - Vê mais uma vez o Brasil levando o título Mundial com Nelson Piquet;
  • 1988 - De novo vê o Brasil ser campeão Mundial, dessa vez com Senna.(começava sua vida de desgraça);
    1989 - Joga em seu carro em cima do carro do Senna e vence o campeonato, é tricampeão;
  • 1990 - Vê de novo o Brasil ser campeão;
  • 1991 - Com uma Ferrari desregulada e totalmente fora de si, vê o Brasil de novo ser campeão;
  • 1992 - Puto da vida com Senna, tira férias da Fórmula 1 e vê o seu antigo inimigo, o retardado e esquentado Nigel Mansell, dar um couro no Senna;
  • 1993 - Como a situação na Williams estava boa, puxa o tapete de Mansell e resolve voltar a correr de Fórmula 1, é campeão, mas mesmo assim Senna dá trabalho;
  • 1994- Vê Senna mexendo a cabeça pela televisão.

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ALAIN PROST

Desde criança Alain Prost sempre venceu campeonatos de corrida, sempre teve vantagens em competições apertadas pelo fato de seu nariz sempre chegar primeiro que o bico do carro. Chegou na Formula 1 no ano de 1980, onde deu trabalho para Nelson Piquet, e demais pilotos. Mas a sua história so seria marcada com a chegada deAyrton Senna na McLaren no ano de 1988. Os 2 pilotos disputavam farpas, tapas e chiliques dentro e fora das pistas, um vivia atrás do outro (Sem malicias), quando Prost estava atrás, Senna estava na frente e vice versa, foi um campeonato bastante difícil, atormentando a vida de Prost, que costumava sempre ser o primeiro piloto de sua equipe. Em 1989 para não repetir a façanha de perder o campeonato de Fórmula 1 novamente para Senna, Prost da uma fechada batendo em Senna (Talvez foi ai que Zindane se inspirou pra bater em Materazzi) o o Francês volta para os paddock feliz e contente, onde conquista o seu tri-campeonato de Fórmula 1. No ano de 1990, Senna na McLaren e Prost na Ferrari (Resolveu mudar de equipe para não ter que enfrentar Senna novamente), os dois disputam o campeonato, dessa vez Senna é mais esperto e da o troco em cima do francês que faz um completo chilique nos paddocks, até abaixar a cabeça e voltar para casa chorando e abusando de mais uma de suas mulheres. No ano de 91 pilota uma Ferrari que era um lixo, e em 1992 Prost se afastou da Fórmula 1 com medo de Senna, assim no ano de 93, resolveu puxar o tapete de Nigel Mansell e voltou para a fórmula 1 quando soube que a equipe Williams-Renault era uma super equipe de ponta, e que a McLaren de Senna era uma porcaria de 4 rodas. Com dificuldade novamente, Prost vence o campeonato de 1993, assim que descobre que Senna iria atormentá-lo na Williams no ano de 1994, Prost resolve se aposentar e sumir do mapa.
Após a saída da Fórmula 1, no ano de 1900 e me esqueci, Prost abre a sua equipe de fórmula 1, com nome de Prost!!!!. Mas não deu muito certo, a Prost F1 Racing era sempre a ultima a chegar (se é que chegava) no fim da corrida. Vendo que as coisas não estavam boas, fecha a equipe e some para nunca mais aparecer na imprensa.


 
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quarta-feira, 30 de março de 2011

OS 50 MELHORES DE TODOS OS TEMPOS DA F1, SEGUNDO A REVISTA TIMES

A revista de Times publica a seguinte lista dos melhores pilotos de sempre da Fórmula Um, discutível com certeza, mas não deixa de nomear para o pódio, aqueles que a história mitificou : Jim Clark, Ayrton Senna e Michael Schumacher. Juan Manuel Fangio, surge na sexta posição, o que não me parece nada justo. Não deixa de ser visível a valorização dos pilotos europeus neste Raking, face aos não europeus...É como se numa escala de 0 a10. os europeus já saem com 5, enquanto os não europeus começam com 0.
Ou seja um europeu "meia escala" (nota cinco) fica com nota 10 e se iguala a Senna que é nota 10.

1. Jim Clark (Inglaterra): 2 títulos
2. Ayrton Senna (Brasil): 3 títulos
3. Michael Schumacher (Alemanha): 7 títulos
4. Alain Prost (França): 4 títulos
5. Jackie Stewart (Inglaterra): 3 títulos
6. Juan Manuel Fangio (Argentina): 5 títulos
7. Stirling Moss (Inglaterra):
8. Fernando Alonso (Espanha): 2 títulos
9. Nigel Mansell (Inglaterra): 1 título
10. Mika Hakkinen (Finlandia): 2 títulos
11. Alberto Ascari (Italia): 2 títulos
12. Graham Hill (Inglaterra): 2 títulos
13. Kimi Raikkonen (Finlandia): 1 título
14. Niki Lauda (Austria): 3 títulos
15. Nelson Piquet (Brasil): 3 títulos
16. Jenson Button (Inglaterra): 1 título
17. James Hunt (Inglaterra): 1 título
18. Jochen Rindt (Austria): 1 título
19. Gilles Villeneuve (Canadá):
20. Jack Brabham (Australia): 3 títulos
21. Lewis Hamilton (Inglaterra): 1 título
22. Emerson Fittipaldi (Brasil): 2 títulos
23. Alan Jones (Australia): 1 títulos
24. Keke Rosberg (Finlandia): 1 título
25. Jacques Villeneuve (Canadá): 1 título
26. Mike Hawthorn (Inglaterra): 1 título
27. Mario Andretti (USA): 1 título
28.Bruce McClaren (Nova Zelandia)
29. John Surtees (Inglaterra): 1 título
30. Juan Pablo Montoya (Colombia)
31. Damon Hill (Inglaterra): 1 título
32. Denny Hulme (Nova Zelandia): 1 título
33. David Coulthard (Inglaterra)
34. Didier Pironi (França)
35. Ronnie Peterson (Suecia)
36. Felipe Massa (Brasil)
37. Jody Scheckter (Africa do Sul): 1 título
38. Rubens Barrichello (Brasil)
39. Jackie Ickx (Bélgica)
40. Carlos Reutemann (Argentina)
41. Tony Brooks (Inglaterra)
42. Phil Hill (USA): 1 título
43. Giuseppe Farina (Italia): 1 título
44. Jo Siffert (Suiça)
45. Lorenzo Bandini (Italia)
46. Gerhard Berger (Austria)
47. Dan Gurney (USA)
48. Clay Regazzoni (Suiça)
49. Peter Collins (Inglaterra)
50. Michele Alboreto (Italia)
Jenson Button, Alan Jones, Lewis Hamilton, Keke Rosberg, Damon Hill, David Coulthard, Gerhard Berger, Peter Collins, Michele Alboreto entre os 50 melhores do mundo, PALHAÇADA PORRA!!!!!!!



 
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AS GRANDES SAFADEZAS DA FORMULA 1


Alain Prost e Ayrton Senna – GP do Japão em 1989
Os dois arquirrivais e companheiros de equipe disputavam o título mundial em Suzuka. Prost retardou a freada, fechando Senna. O acidente foi inevitável. Senna ainda voltou a pista e venceu, mais foi desclassificado por ter recebido ajuda dos fiscais de prova. O título ficou com o francês e a rivalidade se acirrou, chegando a receber o título de “III Guerra Mundial”.
Alain Prost e Ayrton Senna – GP do Japão em 1990
De novo em Suzuka, Prost e Senna alinhavam seus carros para disputar mais um título mundial. Desta vez, o “vilão” foi Senna. O brasileiro não freou sua McLaren na largada e atingiu a Ferrari de Prost. Resultado: ambos abandoram antes de completar a primeira volta e Senna foi tricampeão mundial.
Michael Schumacher e Damon Hill – GP da Austrália 1994O jovem alemão da Benetton chegou a Austrália com um ponto de vantagem sobre Damon Hill da Williams. Mostrando seu lado “Dick Vigarista”, Schumacher escapou da pista de propósito e depois jogou seu carro contra Hill, causando o abandono de ambos. E por um ponto, Schumacher ganhou seu primeiro mundial.
Michael Schumacher e Jacques Villenueve – GP da Europa 1997
Mais uma vez aflorou o lado “dark” do alemão. Porém, desta vez ele se deu mal. Na última corrida da temporada de 1997, em Jerez de la Frontera, Schumacher tentou jogar Jacques Villenueve da Williams para fora da pista, mas não obteve êxito. Após a prova ele foi desclassficado do campeonato e viu o canadense ser coroado campeão.

Michael Schumacher e Rubens Barrichello- GP da Áustria 2002
Talvez um dos momentos mais ridículos da história da categoria. Rubens Barrichello liderou quase toda a prova e abriu a última volta para vencer pela segunda vez na carreira. O brasileiro porém, recebe ordens da Ferrari para deixar o alemão passar. Na última curva o Barrichello diminui e Schumacher passa. O público austríaco vaia a atitude da equipe italiana e deixa a dupla ferrarista constrangida.
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terça-feira, 29 de março de 2011

ELIO DE ANGELIS


A morte de Elio De Angelis, um dos mais populares pilotos de todos os tempos que, ainda hoje, tem fãs espalhados pelo mundo. Não tanto pelos números, mas pelo carisma. Elio morreu em testes particulares em 1986, na França, tentando evoluir um problemático Brabham BT55. Ao lado, De Angelis em 1986, em Mônaco com o BT55. Um carro de perfil extremamente baixo para os padrões da época que expunha, perigosamente, os ombros do piloto. Um bólido projetado pelo gênio Gordon Murray que lembra muito o McLaren MP4/4. Murray foi chamado por Ron Dennis em 1988 para formar o "dream team" da F1 com Senna e Prost ao volante, motores V12 Honda (que eram os melhores da época) e Gordon Murray prancheta. Nascido em Roma, Itália, De Angelis teria completado em 26 de março Elio ainda desperta um saudosismo naqueles que gostam da F1 do século passado. A pintura do seu capacete foi copiada por Jean Alesi, que se dizia fã do italiano. E, claro, não se pode falar em Elio De Angelis sem lembrar dos famosos capacetes Simpson Bandit, que marcaram época nos anos 70 e 80. Para eu, Elio é o marco definitivo entre o aventureiro da F1, que não ligava muito para a forma física, para o piloto super-profissional da F1 moderna. Dava-se o luxo de fumar seus cigarros e de saborear um bom whisky após os compromissos de pista. Morreu aos 28 anos.


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AYRTON SENNA É O MELHOR DA HISTÓRIA

Pesquisa realizada com 217 pilotos da F1 elegeu Ayrton Senna como o melhor piloto de todos os tempos. Fernando Alonso, o nono da lista, superou Emerson Fittipaldi e Nelson Piquet 
 
 
 







Senna foi eleito por pilotos de F1 como o maior de todos os tempos


O tricampeão Ayrton Senna foi eleito o maior piloto de F1 de todos os tempos em uma pesquisa realizada pela revista inglesa "Autosport", com 217 pilotos da principal categoria do automobilismo mundial. Senna bateu o alemão Michael Schumacher e o argentino Juan Manuel Fangio na preferência dos competidores.

O espanhol Fernando Alonso foi o único piloto da atualidade que apareceu entre os dez maiores pilotos da F1. O bicampeão ficou na nona colocação, enquanto Emerson Fittipaldi, também com dois títulos, terminou em 12º, uma posição à frente do tricampeão Nelson Piquet.

De acordo com a publicação, os participantes da eleição possuem juntos 9.194 largadas na F1, com nada mesmo que 270 vitórias. Schumacher, sete vezes campeão do mundo, José Froilán González, contemporâneo de Fangio, e o atual campeão de 2009, Jenson Button, estiveram entre os eleitores.

Cada um fez sua lista dos dez maiores pilotos de todos os tempos da F1. O primeiro colocado de cada lista ganhava dez pontos, o segundo, nove, e assim sucessivamente até o décimo ganhar um. Com a soma de todos os pontos, chegou-se ao resultado final.

Clive Mason/Getty Images
Alonso superou Emerson Fittipaldi e Nelson Piquet na lista dos melhores

Depois de Senna, Schumi e Fangio, os pilotos apontaram ainda Alain Prost, dono de quatro títulos mundiais, como o quarto melhor da história, seguido por Jim Clark, Jackie Stewart, Niki Lauda e Stirling Moss. O canadense Gilles Villeneuve foi considerado o décimo maior piloto da categoria na pesquisa.

Entre os pilotos em atividade, Lewis Hamilton surgiu na 17ª colocação. Kimi Raikkonen, campeão com a Ferrari em 2007, foi indicado como o 22º. O jovem Sebastian Vettel também foi lembrado e obteve a 26ª posição da lista. Já Button apareceu em 30º.








Lista dos dez primeiros e brasileiros da pesquisa:


1
Ayrton Senna

BRA
2
Michael Schumacher

ALE
3
Juan Manuel Fangio

ARG
4
Alain Prost

FRA
5
Jim Clark

ING
6
Jackie Stewart

ING
7
Niki Lauda

AUT
8
Stirling Moss

ING
9
Fernando Alonso

ESP
10
Gilles Villeneuve

CAN
12
Emerson Fittipaldi

BRA
13
Nelson Piquet

BRA 

domingo, 27 de março de 2011

INCIDENTE POLÊMICO - GP DE PORTUGAL 1989

Depois de Monza, as coisas pareciam estar bem caminhadas para Alain Prost, já que a sua diferença sobre Ayrton Senna


Entretanto, o “paddock” andava agitado, como sempre. Soube-se que John Barnard iria deixar a Ferrari no final da época para se juntar à Benetton, como director técnico, enquanto que na Onyx, Bertrand Gachot, que era um homem ressentido pelo facto da equipa não lhe dar material igual ao que recebia o seu companheiro Stefan Johansson, denunciou as condições da equipa, e o patrão Van Rossem pura e simplesmente despediu-o. Assim sendo, chamou o terceiro piloto da equipa, o finlandês Jyrki Jarvi Letho, mais conhecido por J.J.


Na Tyrrell, como Jean Alesi ainda estava a lutar pelo título na Formula 3000, e o fim de semana português coincidia com mais uma ronda dessa competição, foi substituído no carro numero 4 pelo inglês Johnny Herbert, que fazia a sua segunda aparição ao volante do carro do Tio Ken. A Williams apresentava no Estoril o seu novo chassis, o FW13, para Riccardo PatreseThierry Boutsen, que tinha a particularidade de ter uma entrada de ar mais oval do que o normal nos outros carros.


Como de costume, a qualificação começa na sexta-feira de manhã, quando os treze carros da pré-qualificação tentam o seu melhor, aquecendo os pneus numa pista ainda fria. Com o Osella de Nicola Larini e o AGS de Yannick DalmasPhilippe Alliot e Michele AlboretoRoberto Moreno. E no caso do piloto brasileiro, esta era a primeira parte do milagre desse fim-de-semana português.


Passando para a qualificação, Senna queria deixar a sua marca, mostrando a vontade de lutar pelo título enquanto fosse humanamente possível. E assim fez a pole-position com 1.15,468, mais de meio segundo de diferença sobre o segundo classificado, Gerhard Berger (1.16,059). Na segunda fila estava Nigel Mansell, no segundo Ferrari, e Alain Prost, no segundo McLaren, demonstração de que estas duas equipas andavam a dominar o panorama. Um surpreendente Pierluigi Martini, graças à eficácia dos pneus Pirelli, era quinto classificado na grelha no seu Minardi, a melhor classificação até então, e tinha a seu lado o Williams de Patrese. Alex Caffi era sétimo, no seu Dallara, com o segundo Williams de Thierry Boutsen a seu lado. Para fechar o “top ten” ficaram o segundo Minardi do espanhol Luís Perez-Sala e o Brabham-Judd de Martin Brundle.
era cada vez maior, pois o piloto francês já tinha 71 pontos, enquanto que Senna só tinha 51 pontos. Contudo, como na altura só contavam os 13 melhores resultados, em principio, Prost teria de deitar fora cinco pontos, já que o brasileiro tinha pontuado menos vezes, e a quatro provas do fim, caso ele conseguisse ganhar todas as corridas, iriam contar, ao contrário do piloto francês, que seria penalizado pela sua regularidade. Ainda existiam hipóteses. Diminutas, mas existiam. e excluídos devido ao seu não cumprimento das regras (Larini falhou uma verificação do peso, Dalmas foi por causa dos pneus), onde pilotos tentaram realmente para conseguir os quatro lugares mágicos. Os larrousse de conseguiram, acompanhados pelo Onyx de Stefan Johansson e pelo Coloni de


Outras surpresas nesta qualificação foram o 12º tempo de Stefan Johansson, no seu Onyx, e o 15º tempo do Coloni de Roberto Moreno, que comemorava este tempo como se tivesse acabado de fazer uma “pole-position”. Mas se havia vencedores, também existiam vencidos. O Tyrrell de Johnny Herbert, o Ligier de Olivier Grouillard e os Rial de Pierre-Henri Raphanel e Christian Danner não conseguiram obter a almejada qualificação.


Na partida, Senna não conseguiu superar o melhor arranque de Berger e ficou com a liderança. Aliás, os dois Ferrari naquele dia estavam em dia sim, pois Mansell, no final da oitava volta, passa Senna e fica com o segundo lugar. As coisas ficam um pouco estáveis até à volta 23, altura em que Mansell leva a melhor sobre o seu companheiro de equipa para ficar com a liderança. As coisas parecem ficar estáveis na frente até que na volta 39… tudo muda. Nesta altura, os pilotos vão para as suas trocas de pneus quando o inglês falha a sua entrada na boxe. Mansell trava e coloca marcha-atrás para estacionar devidamente e fazer a mudança. Isso não era permitido nas regras e os comissários não tiveram outra alternativa senão desclassificá-lo.


Contudo, se ouviu o que se passava, simplesmente… ignorou. Voltou à pista e não ligou às bandeiras negras que lhe mostravam. Tentava recuperar o tempo perdido e chegou-se ao segundo lugar, ocupado então por Senna. Lutaram por ela, com o brasileiro certamente ignorando que o seu adversário era mais uma ameaça do que um elemento da corrida, e no inicio da volta 49, quando ambos faziam a Curva 1… Senna fecha a porta e Mansell toca no McLaren, indo ambos para fora da pista.


Se isto foi uma manobra normal em corrida ou foi um choque propositado para beneficiar Prost, isso foi muito discutido. Mas que Mansell ignorou repetidamente os avisos dos comissários, isso aconteceu, e no final da corrida, o inglês foi excluído por uma corrida e levou uma forte multa de 50 mil dólares. E o piloto francês estava deleitado com esta oferta dos céus, e via o seu tricampeonato cada vez mais perto.


Mas antes disto tudo tinha acontecido história: um Minardi tinha liderado um Grande Prémio. Na volta 39, Pierluigi Martini, aproveitando a falhada ida à boxe de Mansell, tinha dado à Minardi o seu momento de glória, que viria a ser o única vez que a equipa lideraria um Grande Prémio.


No final da corrida, Berger tinha levado calmamente o seu Ferrari até ao fim, vencendo a corrida, com Prost, cada vez mais campeão, no segundo posto. A fechar o pódio estava o Onyx de Stefan Johansson, dando à equipa o melhor resultado de uma equipa estreante até aquele momento. E para o piloto sueco, o primeiro pódio desde 1987. Nos restantes lugares pontuáveis ficaram o Benetton de Alessandro Nannini, o Minardi de Pierluigi Martini e o Tyrrell de Jonathan Palmer. Para Johansson e Palmer, estes viriam a ser os seus últimos pontos das suas carreiras na Formula 1.


Fonte:

Santos, Francisco – Formula 1 1989/90. Ed. Talento, Lisboa/São Pa
ulo, 1989



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sexta-feira, 25 de março de 2011

GRANDE PREMIO DA EUROPA 1985 - BRANDS HATCH

Disputada em Brands Hatch, Inglaterra a corrida debaixo de muita chuva, que decidiu o título mundial em favor do francês Alain Prost. Foi o primeiro na história que teve dobradinha brasileira na primeira fila, Senna pole, Piquet em segundo. Na corrida, Senna saiu na frente, seguido por Rosberg, Piquet e Mansell.
Senna [Lotus] largou na pole e ao tentar defender a posição quando Rosberg [Williams] tentou ultrapassa-lo, tocou em Rosberg rodou e teve que ir trocar um pneu furado. Piquet [Brabham], que vinha logo atrás, não teve como desviar e bateu no finlandês. Rosberg retorna à pista bem na frente do Senna, que vinha sendo atacado por Mansell [Williams]. Rosberg atrapalha Senna na curva, que acaba perdendo tração na saída e é ultrapassado por Mansell, que assim conseguiu sua primeira vitória na carreira na sua 72ª corrida disputada.
Rosberg conseguiu continuar, parando nos boxes, voltando em último e se recuperando espetacularmente (o que não era de seu feitio) até ficar em 3º. Prost [Mc Laren], correndo tranquilo, pelos pontos como sempre fazia, não era um piloto guerreiro, aguerrido nem tampouco agressivo que lutava não pela vitória quando o 4º lugar era bom para ele, obviamente não lutou para galgar mais posições e acabou ficando mesmo em 4º, mas mesmo assim foi convidado a subir ao pódio para celebrar seu título, o que eu achei uma tremenda babaquisse e puxação de saco.
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quinta-feira, 24 de março de 2011

SENNA X PROST

Uma das maiores rivalidades da história da Fórmula 1 ganhou mais um capitulo. O ex-piloto francês Alain Prost reascendeu o clima de disputa que houve durante sua carreira com Ayrton Senna. Segundo o tetracampeão mundial, a morte do ídolo brasileiro decretou sua aposentadoria da categoria máxima do automobilismo.
"Ayrton e eu temos um vínculo. Sua morte foi o final da minha história com a Fórmula 1. Ninguém pode falar de Ayrton sem mencionar meu nome, e ninguém pode falar de mim sem mencionar o dele. Sua morte foi o final da minha história com a Fórmula 1", afirmou Alain Prost, em entrevista ao jornal espanhol El País.
Um dos maiores campeões da história da categoria, o francês revelou ter se aproximado de Senna cerca de três meses antes da tragédia, depois de um bom tempo de discussões e exaltações da rivalidade que assolou a Fórmula 1 durante a metade final da década de 1980 e o início da 1990.
"Ele nunca tinha me ligado, mas nas últimas semanas tinha feito isso várias vezes. Estava preocupado. Achava que a Benetton, de Michael Schumacher, tinha implantado recursos eletrônicos no carro e queria que eu entrasse para a Comissão de Segurança", contou o francês, relembrando uma das regras da época.
Prost revelou que Senna mostrava-se desconfortável na Williams, equipe a qual faleceu no GP de Ímola, em San Marino. O antigo rival do brasileiro, já aposentado das pistas de Fórmula 1, relembrou o encontro com o brasileiro momentos antes da largada na última corrida do tricampeão mundial.
"Lembro que, antes da corrida, ele veio às cabines de televisão para falar comigo, o que não era algo habitual e, por isso mesmo, todos que estavam ali ficaram calados. Nesses momentos, o piloto só pensa em se concentrar, mas ele veio e se sentou ao meu lado. O mais surpreendente é que não queria falar de nada muito importante", revelou, antes de completar.
"Depois de comer, pouco antes da largada, fui aos boxes da Williams e conversamos por uns dois minutos antes dele entrar no carro. Esta foi a última vez", lamentou.

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