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quinta-feira, 24 de março de 2011

VANWALL

A Vanwall começou em 1954 e terminou oficialmente em 1958 e nesta curta existência foi um sucesso nas pistas, impondo respeito nos meios da F1, sempre usando motores próprios. Quando resolveu criar sua própria marca, o inglês Toni Vandervell já era um homem ligado a uma boa equipe, a BRM.
Partindo do zero – com o objetivo declarado de derrotar “aqueles malditos carros vermelhos” -, ele montou o primeiro motor Vanwall, soldando - pasme! - quatro motores de moto Norton 500cc., já que seu pai era executivo desta famosa fábrica de motocicletas. Assim combinados, ele conseguiu um ótimo motor de dois litros e, com um chassi copiado da Cooper Cars, obteve um bom carro pilotado por ninguém menos do que Peter Collins. Um time inglês da cabeça aos pés!
A estréia não foi lá estas coisas, um abandono no GP da Inglaterra, em Silverstone. Mas, no mesmo ano, Collins levou o carro a um sétimo lugar no GP de Monza e depois, na frente de uma multidão de ingleses sorridentes, chegou em segundo lugar no Goodwood Trophy, atrás de Stirling Moss com uma Maserati 250F. Belo começo!
Além de Collins, um bando de notáveis pilotos dirigiram para a Vanwall: Mike Hawthorn, J. Froilan Gonzalez, Toni Brooks, Stirling Moss, Stuart Lewis-Ewans e Maurice Trintignant.
Veja a campanha: nestes cinco anos os Vanwall somaram um total de 107 pontos, fizeram 8 poles e, largando em 69 GPs, tiveram 9 vitórias (com Brooks e Moss) . Na média de vitórias por largada, ficam 13,04% que é a terceira melhor marca de todos os tempos. Superior, por exemplo, às médias da Ferrari, Lotus e outros papões da F1.
Fechando a campanha, a Vanwall ficou com título de Construtores de 1958 (ano que este campeonato foi instituído) e Moss foi vice-campeão, atrás de Mike Hawthorn (Ferrari).
Alegando problemas de saúde, Tony Vandervell resolveu se aposentar no auge, em 1958, também desgostoso com a morte de seu piloto Stuart Lewis-Evans, na última corrida da temporada (GP do Marrocos). Com um Vanwall que "herdou" da fábrica, Toni Brooks ainda fez mais duas corridas: o GP da Inglaterra de 1959 e o GP da França de 1960.




-----------------BIG BEAR-------------------




terça-feira, 22 de março de 2011

DENNIS HULME O “URSO”

Em 1968, com o título mundial no bolso, decide aceitar o convite da Mc Laren, para defender suas cores.


Para ser companheiro de equipe de Bruce Mc Laren (dono da equipe) A ideia era ajudar a desenvolver o carro e a equipe, em seus primórdios. Começou a temporada com o velho motor BRM H12, onde foi quinto em Kyalami (palco da última vitória de Jim Clark). Quando Bruce conseguiu os motores Cosworth, o carro passou a correr muito bem.

Bruce McLaren ganha em Spa Francochamps, e Dennis Hulme vence em Monza e Mont Tremblant, disputando o título mundial na prova final, na Cidade do México. Uma suspensão partida colocou um ponto final nas suas aspirações ao título, ganho por Graham Hill.
Hulme, por sua vez, ficou em terceiro lugar na classificação, com 33 pontos, duas vitórias e três pódios.


Nas outras categorias que disputou paralelamente em anos consecutivos, os resultados foram melhores, quarto nas 500 Milhas de Indianápolis, e ganha o seu primeiro campeonato de Can-Am, a bordo de um McLaren M8A, com três vitórias e 38 pontos no total.

A 4 de Outubro de 1992, disputava-se o Bathurst 1000, a prova mais importante do automobilismo australiano. No circuito de Mount Panorama, Hulme conduzia um BMW M3 pintada com as cores da tabaqueira Benson & Hedges. No meio da corrida, Hulme fica parado na curva berma, os socorristas vão ver o que se passa. Quando lá chegam, descobriram Hulme sentado no cockpit morto. O “Urso” tinha sofrido, aos 57 anos, um ataque cardíaco fatal.

 
 

.................Big Bear................