Mostrando postagens com marcador europa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador europa. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 8 de abril de 2011

NICK HEIDFELD

Nick Heidfeld nasceu em 10 de maio de 1977, em Mönchengladbach, na Alemanha. Começou no kart em 1986, e consegue inúmeros títulos na categoria.

Consegue o apoio oficial da Mercedes, que queria formar "um novo Schumacher", a partir de seu programa de desenvolvimento de novos pilotos. Em 1997, Nick ganha o Campeonato Alemão de F-3, um dos mais prestigiados da Europa. Em 1998, a Mercedes banca a tranferência de Heidfeld para a F-3000, correndo na forte West Competition Team, mais conhecida como McLaren Jr. Heidfeld é vice-campeão nesse ano, atrás apenas de Juan Pablo Montoya. Em 1999, Heidfeld é campeão da F-3000, ganhando 4 corridas, em Ímola, Barcelona, Magny-Cours e Zeltweg. Chega a receber uma proposta para estrear na F1 no GP da Itália daquele ano, pela Prost.

Nick recusa, mas aceita uma proposta para ser piloto da Prost Grand Prix em 2000. Bem cotado, companheiro de Jean Alesi, um piloto experiente na F1, Nick pouco tem a fazer. O carro da Prost é péssimo e o motor Peugeot também, e as relações entre Alain Prost e a Peugeot é péssima também. Nick e Jean não fizeram nenhum ponto em 2000, e teve o acidente entre ambos no GP da Áustria. Mesmo com isso, Nick consegue uma vaga na Sauber, para ser companheiro de Kimi Raikkonen, em 2001. O ano é muito bom para Nick. O carro é bom, tem um excelente motor Ferrari-Petronas, e Nick consegue 12 pontos, inclusive subindo ao pódio, no GP do Brasil, em terceiro lugar. Nick consegue superar seu companheiro Raikkonen, e as perspectivas para 2002 eram boas. Uma vaga estava se abrindo na Mclaren com a aposentadoria de Mika Hakkinen, e Nick esperava essa vaga, afinal, era apadrinhado da Mercedes, fornecedora de motores da Mclaren, e superou seu companheiro de equipe, Kimi Raikkonen. Mas o destino lhe prega uma peça, e Raikkonen é escolhido pela McLaren para a vaga de Hakkinen.

Sem opção, Nick permanece na Sauber em 2002. Com um carro não muito bom, Nick consegue 7 pontos, e é superior ao seu companheiro, Felipe Massa. Em 2003, um ano para esquecer. Nick consegue apenas 6 pontos, menos da metade de seu companheiro, o experiente Heinz-Harald Frentzen, que consegue 13. Seu melhor resultado é o quinto lugar em Indianápolis, debaixo de chuva.

Peter Sauber, insatisfeito, manda Nick embora. Nick consegue uma vaga na decadente Jordan, equipe sem dinheiro e com os fracos motores Ford. Apesar da equipe ser fraca, Nick consegue 3 pontos e supera facilmente seus companheiro de equipe,Timo Glock e Giorgio Pantano.

A grande virada de sua carreira aconteceu entre 2004 e 2005. A Williams tinha contratado Mark Webber e iria fazer um "vestibular" para escolher o segundo piloto da equipe. Nick é mais rápido que Antônio Pizzonia e garante a vaga para 2005 pela equipe de Grove.

Nick faz um bom ano de 2005. Apesar de perder para seu companheiro, Mark Webber, Nick sobe ao pódio 3 vezes e consegue sua primeira pole, em Nurburgring. Nick andou no mesmo nível de Webber até sofrer um acidente em testes privados em Monza e cair de bicicleta, ficando de fora de cinco corridas. Apesar desse contratempo, Nick foi "levado" pela BMW, rival de sua ex-parceira Mercedes, para a recém criada BMW Sauber, para 2006, e tendo como companheiro o experiente e campeão mundial de 1997, Jacques Villeneuve.

No início, o carro não é tão bom, mas é confiável, e Nick termina várias corridas nos pontos. A partir do meio do campeonato, a BMW progride bastante e Nick é seguidamente melhor que Villeneuve, e consegue o primeiro pódio da equipe em Hungaroring, com o terceiro lugar, em uma corrida confusa.
Villeneuve é demitido e seu novo companheiro é Robert Kubica. O polonês ofusca um pouco o bom campeonato de Nick, mas esse campeonato foi muito bom para Heidfeld e 2007 prometia.

A BMW faz um excelente carro em 2007, e Nick anda muito bem. Apesar de distante de McLaren e Ferrari, a BMW foi bem superior à Williams, Renault e Red Bull. Nick pontua 14 vezes em 17 corridas, conseguindo dois pódios, segundo no Canadá e terceiro na Hungria. É quinto no campeonato, com 61 pontos, o melhor resultado de sua carreira.

Resumo da carreira:

135 corridas (132 participações)
140 pontos
1 pole
7 pódios
5 equipes (Prost, Sauber, Jordan, Williams e BMW)

 



 
........................BIG BEAR.........................



sexta-feira, 1 de abril de 2011

PROTÓTIPOS NACIONAIS QUE NÃO VINGARAM - 2006 FIAT FCC ADVENTURE



2006 FIAT FCC ADVENTURE


 
Crossover de linhas ousadas, para 2 passageiros, desenvolvido pelo centro de estilo da Fiat brasileira. Era motivado por um  motor 2.4 de 5 cilindros emprestado do Stilo Abarth. Destaque para o perfil de cupê esportivo enfatizado pelo grande spoiler traseiro e rodas aro 18 polegadas. Outro chamativo é a colocação do estepe no mesmo local previsto para a vigia traseira.  O FCC (Fiat Concept Car) Adventure foi exibido no Salão do Automóvel de São Paulo de 2006, viajando em seguida para a Europa, onde foi mostrado no Salão de Bolonha, na Itália.






 ........BIG BEAR........




quarta-feira, 30 de março de 2011

PORSCHE PAMAMERA TURBO PODE ULTRAPASSAR OS 300 KM/H

Lançado em 2008 o Porsche Panamera é um dos coupés mais rápidos do planeta. Atualmente a versão mais potente e veloz, é a Turbo que conta com um poderoso motor V8 4.8 L capaz de gerar 500 cavalos de potência.
Acelerando de 0 a 100 km/h, o Porsche Panamera precisa de apenas 4.2 segundos, a velocidade máxima é fantástica, 303 Km/h.
Além da sua poderosa (foderosa) motorização, outro grande atrativo que compõe o Panamera é interior luxuoso a altura dos sedans mais luxuosos do planeta, como a Mercedes Classe S e BMW Série 7.
O Panamera conta com a última palavra em equipamentos de conforto e segurança.
Nos Estados Unidos e Europa o modelo já começou a ser vendido, no mercado automotivo americano, o Panamera Turbo custa US$ 132,600,00 - R$ 245,000,00.
No Brasil as primeiras unidades devem desembarcar até o final deste ano, mas quem desejar adquirir o suntuoso esportivo, pode adquiri-lo agora pela Stuttgart, a importadora oficial da Porsche no Brasil. Estimasse que o preço será entre R$ 700.000,00 a R$ 750.000,00.



 


-----------------BIG BEAR-------------------


segunda-feira, 28 de março de 2011

MARIO ANDRETTI

Na Fórmula 1, Mario é detentor de um recorde expressivo, coisa que poucos outros pilotos conseguiram: marcou a pole em sua estréia, no GP dos Estados Unidos de 68, correndo com uma Lotus.
Entre 69 e 74 ele ficou fazendo ponte aérea entre os Estados Unidos e Europa, de forma que nunca disputou um campeonato completo. Neste período, pilotou para a Lotus, March, Ferrari e Parnelli, tendo ganho o GP da África do Sul de 71.
A partir de 75, passa a disputar todo ou quase todo o campeonato. Pouco consegue em 75 mas em 76, com Lotus, ele vai somando pontos até chegar em 6º, tendo inclusive vencido o GP do Japão, aquele da tempestade que fez Lauda desistir da corrida e do título.
Em 77, com um Lotus 78, um dos mais belos carros da história da Fórmula 1, Mario passa a ser um sério candidato ao título, terminando o ano em 3º lugar, tendo vencido quatro GPs.
Em 78, com o ainda mais belo Lotus 79, Mario arrebenta apesar de ter Ronnie Peterson como companheiro de equipe. São seis vitórias e o título de campeão.
Água no chopp em 79. Colin Chapman apronta um dos seus maiores erros, o Lotus 80, e a carreira de Mario nunca mais seria a mesma. Termina o ano em 10º e naufraga de vez em 80, quando faz apenas um mísero ponto no ano inteiro – marcado na última corrida!
Em 81, ele arrisca-se na Alfa Romeo fazendo apenas 3 pontos. Em 82, faz apenas três corridas na temporada, uma pela Williams e duas pela Ferrari.
A equipe italiana já havia perdido Gilles Villeneuve e vê seu outro piloto, Didier Pironi, se ferir gravemente na Alemanha, ficando impossibilitado de correr. A Ferrari convoca então em caráter de urgência Mario Andretti para correr em Monza. Ele topa e marca a pole com o magnífico porém mortal Ferrari 126C2, quase pondo abaixo o autódromo de Monza com curvas inclinadas e tudo. Na corrida, termina em 3º.
Sua despedida da Fórmula 1, a bordo do mesmo Ferrari, se dá na corrida seguinte, em Las Vegas, onde se acidentou.




BMW 116 D - A VERSÃO DIESEL DO SÉRIE 1

bmw 118d
Atualmente, de todos os modelos vendidos pela BMW o Serie 1, é o mais eficiente e o mais barato,  mais isso não impediu que a montadora alemã, lançasse uma linha diesel do hatch no ano passado. Neste ano a marca fez ainda mais, lançou a nova versão do Serie 1, ainda mais economica denominada BMW 116 D.
bmw 116d
BMW 116 D
No ano passado, o BMW 118 D, foi eleito o carro mais verde do mundo. Já a nova versão 116 D, é ainda mais economica, a própria faz questão de definir o modelo é o ” BMW´S  most fuel eficient car”, algo como o  BMW mais eficiente em consumo.
A razão de tanta eficiência, é o motor 1.6 TDi que desenvolve 114 cv, segundo a BMW o consumo médio fica em torno dos 27.2 km/l, quilômetro por litro de diesel, tendo níveis de emissão de CO² abaixo dos padrões europeus, cerca de 118g/km.
interior bmw serie 1
Interior do BMW Serie 1
Mas não pense que por ser tão econômico o BMW 116 D abre mão dos itens de conforto da marca, ele é equipado com câmbio automático de seis velocidades, ar-condicionado automático, vidros elétricos, CD-Player com MP3, além de controle de estabilidade e air bags frontais e laterais para o motorista e passageiro.
O desempenho pode ser considerado razoavel, segundo a BMW ele vai de 0 a 100km/h em 10.2 segundos, tendo velocidade máxima de 198 km/h.
bmw serie 1
Na Europa e em vários países de mundo, há atualmente uma corrida das montadoras em busca de desenvolver carros cada vez mais verdes, ou seja veículos, mais econômicos e menos poluentes. Uma alternativa é os modelos híbridos, que são equipados com dois motores um elétrico e outro a combustão, mas em alguns lançamentos recentes como o Ibiza ECOMOTIVE, o Polo Bluemotion e o próprio BMW 116D, provam que os motores a diesel podem ser sim uma boa alternativa para se criar carros mais eficientes, pelo menos a curto prazo. Todos estes modelos citados anteriormente tem consumo médio acima dos 25km/l. Para se ter um idéia este modelo da BMW, consegue ser mais eficiente que o Toyota Prius que conta com um motor híbrido.
As vendas do BMW 116D na Europa já começaram, os preços partem de £17,220 euros, cerca de 49.113 reais.
No Brasil o governo não permite a comercialização de carros de passeio com motor a diesel, com excessão dos utilitários.





.......BIG BEAR.......





ESTÃO LEVANDO NOSSAS KOMBIS

Não há, que eu saiba, legislação que controle a saída de carros antigos do país (O que é um absurdo, tente comprar um carro antigo e trazer para cá em qualquer país civilizado), em qualquer lugar do planeta patrimonio automobilistico histórico é protegido.
Deveria haver alguma lei que protejesse o patrimônio automobilístico histórico da mesma forma como são protegidos os papagaios, as araras e os e os micos-leões. Carros clássicos devem ficar com quem lhes dê atenção, aqui ou na Europa ou nos EUA.(Mas eles que fiquem com os deles, não venham pegar os que são nossos)
Como eu lamento ver o que é nosso patrimonio indo embora. FUCK OFF!!!
th-Kombi13





HISTÓRIA DO AUTOMÓVEL

carro antigo
Lanchester 1897: primeiro carro inglês
O primeiro automóvel 
O primeiro veículo motorizado a ser produzido com propósito comercial foi um carro com apenas três rodas. Este foi produzido, em 1885, pelo alemão Karl Benz e possuía um motor a gasolina. Depois foram surgindo outros modelos, vários deles com motores de dois tempos, inventado, no ano de 1884, por Gottlieb Daimbler.
Evolução 
Algum tempo depois, uma empresa francesa, chamada Panhard et Levassor, iniciou sua própria produção e venda de veículos. Em 1892, Henry Ford produziu seu primeiro Ford na América do Norte. 
Os ingleses demoraram um pouco mais em relação aos outros países europeus devido à lei da bandeira vermelha (1862). Esta impunha aos veículos transitar somente com uma pessoa em sua frente, segurando uma bandeira vermelha como sinal de aviso. O Lanchester foi o primeiro carro inglês, e, logo após dele, vieram outros como: Subean, Swift, Humber, Riley, Singer, Lagonda, etc. 
No ano de 1904, surgiu o primeiro Rolls Royce com um radiador que não passaria por nenhuma transformação. A Europa seguiu com sua frota de carros: na França (De Dion Bouton, Berliet, Rapid), na Itália (Fiat, Alfa-Romeo), na Alemanha (Mercedes-Benz), já a Suíça e a Espanha partiram para uma linha mais potente e luxuosa: o Hispano-Suiza. 
Após a Primeira Guerra Mundial, os fabricantes partiram para uma linha de produção mais barata, os automóveis aqui seriam mais compactos e fabricados em séries. Tanto Henry Ford, nos da América, quanto Willian Morris, na Inglaterra, produziram modelos como: o Ford, o Morris e o Austin. Estes, tiveram uma saída impressionante das fábricas. Impressionados com o resultado, logo outras fábricas começaram a produzir veículos da mesma forma, ou seja, em série. Este sistema de produção ficou conhecido como fordismo. Estados Unidos
carro antigo
Carro antigo: Lagonda modelo 1938
No caso do Brasil e também em outros países da América Latina, esta evolução automotora chegou somente após a Segunda Guerra Mundial. Já na década de 30, fábricas estrangeiras, como a Ford e a General Motors, colocaram suas linhas de montagem no país. Porém, foi somente em 1956, durante o governo de Juscelino Kubitschek que as multinacionais automotivas começaram a montar os automóveis. Primeiramente fabricaram caminhões, camionetas, jipes, furgões e, finalmente, carros de passeio. Esta indústria foi iniciada pela Fábrica Nacional de Motores, que era responsável pela produção de caminhões pesados. Posteriormente vieram: automóvel JK com estilo Alfa-Romeo, Harvester, Mercedes-Benz do Brasil com seus caminhões e ônibus, a Scania-Vabis e a Toyota. 
Logo depois, carros de passeio e camionetas começaram a ser fabricados: Volkswagem, DKW-Vemag, Willys-Overland, Simca, Galaxie, Corcel (da Ford), Opala (da Chevrolet), Esplanada, Regente e Dart (da Chrysler). Todos estes veículos, embora montados no Brasil, eram projetados nas matrizes européias e norte-americanas, utilizando a maioria de peças e equipamentos importados. 

Diferente de antigamente, hoje o automóvel possui características como conforto e rapidez, além de ser bem mais silencioso e seguro. Nos últimos anos, os carros vêm passando por inúmeras mudanças, e estas, os tornam cada vez mais cobiçados por grande parte dos consumidores. Todo o processo de fabricação gera milhões de empregos em todo mundo e movimenta bilhões de dólares, gerando lucros para as multinacionais que os fabricam.
 
 

 __________BIG BEAR__________







sexta-feira, 25 de março de 2011

FITTIPALDI - PLASTIMODELISMO



Colecionar miniaturas de F1 é um hobby extremamente difundido, praticamente todas as equipes que estão e, que já passaram pela F1, possuem modelos em escala a venda no mercado, principalmente na Europa, entretanto, os admiradores da única equipe 100% brasileira que tivemos na F1, a Fittipaldi F1, não podem dizer o mesmo. Apesar de estar entre as 35 maiores equipes que já passaram pela F1, a Fittipaldi não possui modelos produzidos em diecast pelos principais fabricantes estrangeiros, frustrando seus admiradores.

Mas há algumas opções, que vão do plastimodelismo, passa pelo diecast nesta matéria apresentaremos algumas opções de Fittipaldi F1 em escala.

Plastimodelismo

O principal meio de obter miniaturas da Fittipaldi é através de kits de resina comercializados para os adeptos do plastimodelismo, a fabricante brasileira Iritani produz alguns kits dos modelos FD01, FD04 e F5A na escala 1:20.



São modelos muito detalhados, como normalmente são os modelos em resina para plastimodelismo.





Obviamente que é preciso destreza e técnica para montar os kits, além de muita paciência, mas os resultados são impressionantes.





Outra opção encontrada por fãs é adaptar modelos de outras equipes para modelos Fittipaldi, como fez este colecionador que possui uma coleção completa de modelos Fittipaldi.





Diecast

No mercado internacional não há nenhum fabricante de diecast que produza modelos Fittipaldi, a única opção são os modelos produzidos pela brasileira Automodelli, que produz artezanalmente e, em série limitadas, alguns modelos da Fittipaldi na escala 1:43.



Atualmente a empresa possui 3 modelos a venda, o FD01 versão GP da Argentina, o FD01 do GP do Brasil...



... e uma versão "temática", o FD01 que queimou-se no GP da Argentina.



No site do fabricante é possível ver os protótipos dos modelos em escala do FD02, FD03...



... e F6A, que ainda não chegaram ao mercado.



......................Big Bear......................