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quinta-feira, 7 de abril de 2011

BENETTON B190 -1990/91


DESIGNER: Rory Byrne
PILOTOS: Nélson Piquet,Alessandro Nannini,Roberto Moreno
Vitórias: 2
Poles: 0
M.volta: 1
Pontos: 73

Esse é um carro muito especial para nós brasileiros,afinal de contas foi com ele que pudemos
curtir uma das mais emocionantes dobradinhas da história tupiniquim no automobilismo.GP
do Japão de 1990,logo após uma feroz largada que decidiu o título daquele ano em favor de
Senna víamos,mas não acreditávamos,um senhor,carequinha,chorando emocionado no pódio
ao lado de um dos maiores ídolos da F1.Tratava-se,nada mais nada menos,de Roberto Moreno
comemorando de forma tocante sua melhor posição na F1(segundo lugar)ao lado de um Nélson
Piquet voltando a vencer depois de duas temporadas de jejum.E não parou por aí.Dias depois,
numa corrida histórica porque comemorava o quingentésimo GP da história da F1 (GP DA Austrália),Piquet deu uma aula de pilotagem e venceu de forma soberba fechando a porta,na
na última volta,de uma tentativa de ultrapassagem sensacional e arrojada de Nigel Mansell.


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sexta-feira, 1 de abril de 2011

MICHAEL SCHUMACHER

Nome completo: Michael Schumacher
País: Alemanha
Nascimento: 3 de janeiro de 1969, em Hürth-Hermülheim, Alemanha
Temporadas na F-1: 16 (1991-2006)
Voltas mais rápidas: 76
Poles: 68
Pódios: 154
Vitórias: 91
Títulos: 7 (1994, 1995, 2000, 2001, 2002, 2003 e 2004)
Vice: 2 (1998 e 2006)
3º lugar: 3 (1992, 1996 e 2005)
Equipes: Jordan, Benetton e Ferrari

Michael Schumacher ganhou seu primeiro kart, aos quatro anos de idade. O presente foi dado por seu pai. Foi à partir desse momento, mesmo tendo o sonho paralelo de ser jogador de futebol, que Schumacher iniciou a sua vida no mundo do automobilismo. Em 1987, após vários anos de sucesso no kart, Michael iniciou a sua carreira em carros de Fórmula, na Alemanha. Um ano depois, após obter resultados expressivos na Fórmula König, Schumacher passou a correr na Fórmula Ford, onde foi vice-campeão já em seu ano de estréia na categoria. Com mais resultados expressivos, o alemão rapidamente partiu para a Fórmula 3 e teve uma pequena participação na Fórmula 3000 japonesa. Por seu desempenho, em 1990, o alemão foi escolhido para participar de um programa de formação de jovens pilotos, da Mercedes-Benz. Além de Schumacher, participavam do programa Heinz-Harald Frentzen e Karl Wendliger, futuros pilotos de F-1.
No ano seguinte, seu empresário Willi Webber, conseguiu uma vaga para Schumacher estrear na F-1, pela Jordan, após o piloto titular da equipe, Bertrand Gachot, ser preso, após envolvimento em um acidente de trânsito. Schumacher fez sua estréia na F-1, no GP da Bélgica, em Spa-Francorchamps, largando em sétimo lugar, que era a melhor posição que a equipe tinha feito no ano. Com problemas no carro, Michael não completou a prova, mas serviu para que Flávio Briatore, chefão da Benetton, demitisse Roberto Pupo Moreno e contratasse Schumacher, para correr ao lado do tricampeão mundial Nelson Piquet. Ao final da temporada, o alemão fez quatro pontos e ficou na 13ª colocação.

Em 1992, já adaptado a equipe Benetton, Schumacher venceu uma prova e surpreendeu o mundo terminando o ano em terceiro lugar, com 53 pontos, ficando à frente inclusive do tricampeão mundial Ayrton Senna, que terminou a temporada em quarto lugar. No ano seguinte, Michael venceu novamente um GP, mas terminou o ano em quarto lugar, com 42 pontos. Em 1994, mesmo com a morte de Ayrton Senna e de Roland Ratzemberger, além de outras grandes polêmicas, Schumacher não se intimidou e venceu um conturbado campeonato por um ponto de diferença. O ano seguinte foi mais fácil para o alemão, que faturou com sobras o bicampeonato mundial. No final desse ano, Michael anunciou que trocaria de equipe, da Benetton, foi para a Ferrari.

Em 1996, Schumacher teve um ano de aprendizado no time italiano e terminou o campeonato na terceira colocação do mundial, com 59 pontos. No ano seguinte, Schumacher disputou até a última prova o título mundial com Jacques Villeneuve, mas na tentativa de derrotar o canadense, Michael jogou o seu carro em cima da Williams de Villeneuve. A FIA então puniu o alemão por sua infeliz manobra e o desclassificou do campeonato, mas manteve seus pontos, vitórias, poles e voltas mais rápidas como estatísticas.Passada a polêmica, em 1998 o alemão mais uma vez viu o seu título bater na trave, ao não conseguiu ser mais rápido que Mika Hakkinen e sua McLaren. O alemão terminou o ano com o vice-campeonato e 86 pontos. No ano seguinte, Schumacher tinha tudo para conquistar o tricampeonato e acabar com um jejum de 20 anos sem um mundial de pilotos da Ferrari, mas um acidente em que Michael quase morreu, fez com que o alemão ficasse quatro meses fora das pistas para se recuperar de fraturas sofridas nas pernas, com isso, o alemão terminou o campeoanto em quinto lugar, com apenas 44 pontos. Mesmo assim, a Ferrari ficou com o mundial de construtores.

De 2000 à 2004, com a ajuda de seu companheiro de equipe, Rubens Barrichello, Michael Schumacher iniciou uma trajetória esmagadora na F-1, onde ajudou a Ferrari a conquistar todos os mundiais de construtores da época, além de conquistar mais cinco mundiais de pilotos para si, tornando-se o piloto com mais títulos da história da F-1. Em 2005, Michael não contava com um bom carro e fechou o ano em terceiro lugar, com 62 pontos.O ano de 2006, marcou a despedida do heptacampeão mundial da F-1. Mesmo mantendo um grande nível competitivo, o alemão não conseguiu derrotar Fernando Alonso, que ficou com o título. Schumacher terminou o ano com o vice-campeonato e 121 pontos.






 
 
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quarta-feira, 30 de março de 2011

1997 - JACQUES VILLENEUVE, UM CAMPEÃO SEM EXPERIÊNCIA?

Para descobrir qual foi o último piloto a ganhar um campeonato do mundo apenas na sua segunda segurança de Fórmula 1, teremos de recuar a Fangio. Com experiência de dois anos de Indycar, as circunstâncias eram claro, um pouco diferentes para Jacques Villeneuve. Não obstante, o seu sucesso final a fé nele depositada por Frank Wiliams e pelo homem que o trouxe da América, Bernie Eclestone. O Mundial de F1, abria as suas hostilidades em Melbourne com David Coulthard (Mclaren MP4-12 ) a chegar à vitória face ao favoritismo dos Wiliams FW19 que nos treinos obtiveram a pole por Jackes Villeneuvee. Mas no Brasil, o canadiano voltou a ser o mais rápido e acaba por ganhar a prova pressionado por Gerhard Berger (Benetton B197) que no final diria: “ A minha dúvida : era arriscar o 2º lugar….”. A equipa Lola inscrita no campeonato abandona a F1. Na Argentina corre-se o 600 GP da História, Villenueve volta a ganhar uma vez pressionado, agora por Eddie Irvine (Ferrari F310B) que parando duas vezes na box fica a 0.9s do líder destacado do campeonato. Em San Marino, domínio alemão volta aos GPS, mas não é Michael Schumacher (Ferrari F310B) o vencedor (2º), mas H.H.Frentzen que aproveita o abandono de Villeneuve para chegar à vitória e diria “Sabia que hoje era o meu dia”. O pódio completava-se com Eddie Irvine. Johnny Herbert completava o seu 100 GP e G.Berger chegava ao número 200. No Mónaco, M.Schumacher perde a pole para Frentzen por 0.01s mas ganha a corrida na chuva com mais de um minuto sobre Rubens Barrichello que coloca o pouco competitivo Stewart SF1 entre os dois Ferrari. Schumacher imparável na hora da consagração afirmou “Agora acho que podemos ser campeões”. Todavia, Villeneuve, faz a pole e vence a corrida numa situação de inferioridade dos pneus, Schumacher não passa do 4º e Olivier Panis (Ligier JS45) faz mais um pódio (2ª) e reconhece que “Teria sido difícil chegar a Villeneuve quanto mais ultrapassá-lo…”. No Canadá, Schumacher volta a ganhar, mas a vedeta da prova foi David Coulthard que apenas seria batido pelos pneus, Alex Wurz campeão austríaco da F3 em 1993 e piloto GT da Mercedes estrea-se na F1. Em M Cours, Michael Schumacher obtém a terceira vitória e Jacques Villeneuve (4º) surge de cabelo pintado de amarelo e face ao desempenho dos Ferraris diria “Estou preocupado com o título, mas ainda está em aberto. Tenho é que bater Schumacher”. E a resposta, seria dada com nova vitória de Jacques Villeneuve e Alex Wurz em Benetton B197 obtém o primeiro pódio (3º). Porém o grande derrotado foi Mika Hakkinen (Mclarem MP4/12), que abandona a três voltas do fim, Frank Wiliams diria a Hakkinen “Acho que você merecia ter ganho”. G.Berger vence na Alemanha mas a grande figura foi Giancarlo Fisichella que larga da primeira fila, chega a liderança mas um futuro tira-lhe a vitória, Schumacher no pódio (2º) e continua na luta pelo título. No Hungaroring, a surpresa foi Damon Hill (Arrows A18), terceiro na grelha de partida, domina a corrida e perde a três voltas do fim a vitória para Jacques Villeneuve, Schumacher (4º) confessava que “Hill merecia ter ganho .Isso também me teria ajudado no campeonato…” Em Spa, a chuva confirma que o novo rei é Michael Schumacher e Giancarlo Fisichella (jordan 197 ) (2º) volta a fazer outra notável prova. Em Monza não há Ferraris no pódio e David Coulthard ganha pela segunda vez na temporada e volta ao pódio (2º) no novo A1- Ring, mas na Áustria, nova vitória de Jacques Villeneuve que volta a repetir no GP do Luxemburgo realizado no traçado alemão de Nürburgring no qual Mika Hakkinen obteve a sua primeira pole. Corre-se as duas últimas provas do mundial, no Japão Villeneuve obtém a 9º pole e a Ferrari coloca os seus dois monolugares no pódio, Schumacher é o vencedor, e Irvine é (3ª). Em Jerez corre-se a última prova e os animadores do mundial disputam o título, Schumacher provoca uma batida em Villeneuve em manobra deliberada e condenada mas acaba fora da pista. Villeneuve é campeão e Mika Hakkinen obtém a sua primeira vitória, o novo nº1 da F1 diria no final da prova “Não foi erro dele, foi deliberado e calculado:

Marcas

1ºWiliams ( 123 )
2ºFerrari (102)
3ºBenetton (56)
4ºMclaren (53)
5ºJordan(33)
6ºProst (21)
7ºSauber (16)
8ºArrows (9)
9ºStewart (6)
10ºTyrrel (2)
 
Pilotos

1ºJ.Villeneuve (CND) 81;
2ºM.Schumacher (D) 78;
3ºH.H.Fretzen (D) 42;
4ºJ.Alesi (F) 36;
5ºD.Courthard (GB) 36;
6ºMika Hakkinen (SF) 27;
7ºG.Berger (AUS) 27;
8ºE.Irvine (IRL) 24;
9ºG.Fisichella (I) 20;
10ºO.Panis (F) 16;
11ºJ.Herbert (GB) 15;
12ºR.Schumacher (D) 13;
13ºD.Hill (GB) 7;
14ºR.Barrichello (BR) 6;
15ºA.Wurz (AUS) 4;
16ºJ.Trulli (3);
17º N.Shinji (J) 2;
18ºP.Diniz (BR) 1;
19ºM.Salo (SF) 1;
 20ºN.Larini (I) 1;





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quinta-feira, 24 de março de 2011

SENNA X PROST

Uma das maiores rivalidades da história da Fórmula 1 ganhou mais um capitulo. O ex-piloto francês Alain Prost reascendeu o clima de disputa que houve durante sua carreira com Ayrton Senna. Segundo o tetracampeão mundial, a morte do ídolo brasileiro decretou sua aposentadoria da categoria máxima do automobilismo.
"Ayrton e eu temos um vínculo. Sua morte foi o final da minha história com a Fórmula 1. Ninguém pode falar de Ayrton sem mencionar meu nome, e ninguém pode falar de mim sem mencionar o dele. Sua morte foi o final da minha história com a Fórmula 1", afirmou Alain Prost, em entrevista ao jornal espanhol El País.
Um dos maiores campeões da história da categoria, o francês revelou ter se aproximado de Senna cerca de três meses antes da tragédia, depois de um bom tempo de discussões e exaltações da rivalidade que assolou a Fórmula 1 durante a metade final da década de 1980 e o início da 1990.
"Ele nunca tinha me ligado, mas nas últimas semanas tinha feito isso várias vezes. Estava preocupado. Achava que a Benetton, de Michael Schumacher, tinha implantado recursos eletrônicos no carro e queria que eu entrasse para a Comissão de Segurança", contou o francês, relembrando uma das regras da época.
Prost revelou que Senna mostrava-se desconfortável na Williams, equipe a qual faleceu no GP de Ímola, em San Marino. O antigo rival do brasileiro, já aposentado das pistas de Fórmula 1, relembrou o encontro com o brasileiro momentos antes da largada na última corrida do tricampeão mundial.
"Lembro que, antes da corrida, ele veio às cabines de televisão para falar comigo, o que não era algo habitual e, por isso mesmo, todos que estavam ali ficaram calados. Nesses momentos, o piloto só pensa em se concentrar, mas ele veio e se sentou ao meu lado. O mais surpreendente é que não queria falar de nada muito importante", revelou, antes de completar.
"Depois de comer, pouco antes da largada, fui aos boxes da Williams e conversamos por uns dois minutos antes dele entrar no carro. Esta foi a última vez", lamentou.

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terça-feira, 22 de março de 2011

FERRARI 412T2

Constatando, guiaram a 412T2 nove pilotos em uma só temporada.
Os  titulares Jean Alesi e Gerhard Berger. Nos testes, Nicola Larini era o oficial, A escuderia de Maranello e do cavalo amarelo testou com quatro italianos em Fiorano: Giancarlo Fisichella, Luca Badoer, Pierluigi Martini e Gianni Morbidelli em medos de setembro.
Alesi e Berger embarcaram para a Benetton, Michael Schumacher e Eddie Irvine assumiram, e ambos testaram, ainda em 95, a 412T2.
Alguns chegam a considerar o argentino Carlos Reutemann como o decimo piloto. Ele deu algumas voltas em Buenos Aires no fim de semana do GP da Argentina, mas na ocasião, Lole pilotou a Ferrari 412T1B, uma espécie de meio termo entre a T1 e a T2.

(Clique para ampliar)
Jean Alesi, Ímola

Gerhard Berger, Oscar Galvez

Nicola Larini (Ferrari 412T2 V10), Fiorano

Luca Badoer, Fiorano

Pierluigi Martini, Fiorano

Gianni Morbidelli, Fiorano

Giancarlo Fisichella, Fiorano

Eddie Irvine, Estoril



Michael Schumacher, Estoril

 
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